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Hepatite B: conhecimento e medidas de biossegurança dos profissionais de saúde da Unidade de Emergência do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes

    1. [1] Universidade Federal do Espírito Santo

      Universidade Federal do Espírito Santo

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal do Espírito Santo, Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes
  • Localización: Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde - RBPS, ISSN-e 2446-5410, Vol. 15, Nº. 1, 2013, págs. 33-39
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Hepatitis B: knowledge and biosecurity measures of health professionals from the Cassiano Antonio Moraes University Hospital’s Emergency Unit
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Introduction: The infeccion by the Hepatitis B Virus (HBV) can befall to any individual, although some groups are particularly vulnerable to it because of their risky behaviors or professional activities. The health professionals (PAS, abbreviated from portuguese) are included in this last group, in which the infection by the HBV is the bigger occupational risk. Objective: This study aimed to assess the knowledge about hepatitis B and biosecurity practices of healthcare workers in emergency room care at Cassiano Antonio Moraes University Hospital, Vitória - Espírito Santo. Methods: It was carried out a cross-sectional study. To collect data it was used an anonymous questionnaire, structured and self-administered. The responses of the open questions were submitted to the descriptive analysis of the content and categorized into variables. For the closed questions, knowledge was considered adequate when more than 75% of the PAS answered correctly, as described by Sax et al. (2005). Results: The knowledge checked about the modes of transmission of the virus varied among professional groups. The most adequate answers were checked by physicians, followed by nurses and nursing technicians. The most cited precautionary measures by PAS were the use of personal protective equipment (71%), condom use (60%) and vaccination against hepatitis B (45%). All the respondents reported having been vaccinated, however, the immune status was confirmed only for 53,3% of the doctors, 55,6% of the nurses and 61,1% of technician, which demonstrated the lack of soroconversion monitoring, with the consequent repetition of vaccination when necessary. Conclusions: Even though the precautions of biosecurity are available, this studyresults show that, in order to amplify the adherence to standard precaution measures, the educational actions must be permanent and effective, with the execution of periodical training under the multi-professional team.

    • português

      Introdução: A infecção pelo vírus da Hepatite B (VHB) pode ocorrer em qualquer indivíduo, contudo alguns grupos são particularmente vulneráveis em função de comportamentos de risco ou da atividade profissional. Os profissionais da área da saúde (PAS) estão incluídos no último grupo, e a infecção pelo VHB é o maior risco ocupacional. Objetivo: Avaliar o conhecimento sobre Hepatite B e práticas de biossegurança dos profissionais de saúde da Unidade de Emergência do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes, Vitória/Espírito Santo. Métodos: Trata-se de um estudo seccional. Para a coleta de dados, foi utilizado um questionário anônimo, estruturado e autoaplicável. As respostas das questões abertas foram submetidas ao método qualiquantitativo de análise descritiva do conteúdo com categorização em variáveis. Para as questões fechadas, o conhecimento foi considerado adequado quando mais de 75% dos PAS responderam corretamente, como descrito por Sax et al. (2005). Resultados: O conhecimento verificado em relação às formas de transmissão do vírus variou entre as categorias profissionais. As respostas mais adequadas foram marcadas pelos médicos, seguidos dos enfermeiros e técnicos de Enfermagem. As medidas de precaução mais citadas pelos profissionais foram o uso de equipamento de proteção individual (71%), o uso de preservativos (60%) e a vacinação contra Hepatite B (45%). O total dos profissionais referiu ter sido vacinado, porém o estado imunológico foi confirmado apenas por 53,3% dos médicos, 55,6% dos enfermeiros e 61,1% dos técnicos, o que mostrou faltar um acompanhamento da soroconversão, com a consequente repetição da vacinação, quando necessário. Conclusão: Apesar de as precauções de biossegurança estarem disponíveis, os resultados deste estudo apontam que, para a melhoria da adesão às medidas de precaução padrão, as ações de educação precisam ser permanentes e efetivas, com realização de treinamentos periódicos com a equipe multiprofissional.


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