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Avaliação de parâmetros preditores de ansiedade em crianças de três a cinco anos usando vídeos como instrumento facilitador no tratamento odontopediátrico

    1. [1] Universidade Cruzeiro do Sul

      Universidade Cruzeiro do Sul

      Brasil

  • Localización: Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde - RBPS, ISSN-e 2446-5410, Vol. 15, Nº. 1, 2013, págs. 25-32
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Evaluation of predictors parameters of anxiety in children 03-05 year-old using video as a pediatric dentistry treatment helping
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Introdução: A ansiedade e o medo são sintomas geralmente presentes em crianças no tratamento odontopediátrico. Objetivo: Avaliar ansiedade por meio de parâmetros cardiovasculares, durante o atendimento odontopediátrico, usando vídeos como instrumentos facilitadores em uma amostra de pacientes que procuraram o serviço odontológico da cidade de Barueri/SP. Métodos: A amostra de conveniência constitui-se de 20 pacientes, de ambos os gêneros, com idade entre três e cinco anos, divididos em grupo fase controle e grupo fase experimental. A coleta de dados foi realizada antes da consulta, após a anestesia e ao término do procedimento. Foram exibidos, durante todo o procedimento, desenhos animados do tipo Ben 10®, Moranguinho®, Barbie® aos pacientes na fase experimental, após escolha prévia. Para avaliar a ansiedade, utilizou-se a Escala de Ansiedade Pré-Operatória de Yale Modificada (EAPY-m). Os dados foram submetidos à análise descritiva, usando os testes t-student pareado, wilcoxon e kruskalwallis. Resultados: No momento da anestesia, tanto no grupo controle como no grupo experimental, foram observados os maiores valores de frequência cardíaca com médias iguais a 118 e 112,25 batimentos por minuto, respectivamente. Ademais, encontrou-se diferença numérica entre pressão arterial sistólica durante o momento da anestesia, contudo não houve diferença estatística significante (p>0,05). Para a escala de ansiedade, os escores considerados ponto de corte para considerar os pacientes com ou sem ansiedade foram 23,8 a 30 para indivíduos sem ansiedade e maior que 30 para indivíduos com ansiedade. O grupo experimental apresentou o menor número de pacientes com ansiedade (5%), quando comparado com o controle (25%). Conclusão: Além de técnicas de modelagem bastante recomendadas nas abordagens em Odontopediatria, o uso de vídeos no atendimento a crianças na primeira infância pode ser uma das ferramentas para a diminuição dos níveis de ansiedade durante as consultas, podendo resultar em comportamentos mais favoráveis durante os procedimentos.

    • English

      Introduction: Anxiety and fear are symptoms often present in children during dental appointments. Objective: To evaluate anxiety through cardiovascular parameters during Pediatric dental care using videos as facilitating instruments in a sample of patients seeking dental services in the city of Barueri, SP. Methods: The convenience sample consisted of 20 patients of both genders, aged between 03 and 05 years, divided into control group stage and experimental group stage. Data collection was performed before the consultation, after anesthesia and at the end of the procedure. It was displayed throughout the procedure, cartoons like Ben 10®, Strawberry Shortcake® and Barbie® to the patients in the experimental stage after previous choice. To assess anxiety used the Anxiety Scale Yale Preoperative Modified (YPAS-m). The data were analyzed descriptively, using t-tests student’s test, Wilcoxon and Kruskal-Wallis. Results: At the anesthesia moment, both, control group as experimental group presented the highest values in heart rate with mean equal to 118 beats per minute and 112.25, respectively. Furthermore, it was found numerical difference between systolic blood pressure during anesthesia time, but there was no statistically significant difference (p> 0.05). The cutoff scores considered to classify patients with or without anxiety were 23.8 to 30 for individuals without anxiety and greater than 30 for individuals with anxiety. The experimental group had the lowest number of patients with anxiety (5%) when compared with control group (25%). Conclusion: Besides the use of modeling techniques quite in the approaches recommended in pediatric dentistry, the use of video in serving children in early childhood may be one of the tools for reducing anxiety levels during consultations, which may result in more good behaviors during procedures.


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