Brasil
Introdução: A biossegurança foi concebida devido à precaução contra os possíveis riscos associados às atividades biotecnológicas. Apesar de estar firmada nacional e internacionalmente, o uso equivocado do termo “Biossegurança” é comum. Objetivo: O presente trabalho visa a elucidar seu conceito, desvencilhando-o dos principais equívocos cometidos em seu uso. Métodos: Uma revisão bibliográfica foi realizada sobre as principais terminologias relacionadas à biossegurança. Resultados: O artigo vai ao encontro da definição consolidada internacionalmente pelo Protocolo de Cartagena, regulamentada nacionalmente pela Lei nº 11.105/2005 e pela legislação da CTNBio – firmando a biossegurança como a prevenção, controle e mitigação dos possíveis efeitos adversos das atividades biotecnológicas, desde a produção até a comercialização e o consumo de seus produtos. Conclusão: Dentre os causadores dos equívocos semânticos, destacam-se a não conformidade do uso do termo por órgãos de diferentes países e em suas publicações, os entraves causados pela diferença entre os idiomas, a não padronização entre o uso dos termos na legislação e publicações brasileiras e a dificuldade de unificar o conceito de “Biotecnologia”.
Introduction: Biosafety was designed to prevent possible risks of biotechnology activities. Despite being firmed nationally and internationally, the misapplication of the term “Biosafety” is common. Objective: The main focus of this work is to elucidate the concept of Biosafety, aiming to avoid common mistakes in its use. Methods: A literature rewiew was conductecd over the manin terminology related to Biosafety term. Results: This article meets the definition internationally consolidated, by the Protocol of Cartagena, and nationally regulated, by the Law Nº. 11.105/2005 and by CTNBio legislation - Steadying Biosafety as the prevention, control and mitigation of possible adverse effects of biotechnology activities - since production to marketing and consumption of its products. Conclusion: Among the causes of semantic misunderstanding, we highlight the non-conformity of the use of the term by different agencies and countries in its publications, barriers caused by differences between the languages, the lack of standardization between the use of terms in legislation and Brazilian publications and by the difficulty of unifying the concept of “Biotechnology”.
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