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Tolerância aguda e crônica à salinidade de juvenis de pangasius (pangasianodon hypophthalmus)

    1. [1] Universidade Federal de São Carlos

      Universidade Federal de São Carlos

      Brasil

  • Localización: Nucleus Animalium, ISSN-e 2175-1463, Vol. 12, Nº. 1, 2020, págs. 79-91
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Especula-se que a produção comercial de pangasius seja viável em viveiros ou tanques abastecidos com água salobra, apresentando-se como uma alternativa na região semiárida do Brasil, notadamente reconhecida pela sua escassez de água potável. Diante disto, o intuito deste experimento foi avaliar a tolerância aguda e crônica de juvenis de pangasius submetidos a diferentes salinidades. Foram utilizados 216 juvenis de pangasius (17,30 ± 5,26 g), distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições. Para o ensaio de toxicidade aguda foram testadas quatro salinidades (5; 10; 12,5 e 15‰) e um tratamento controle (água doce - 0‰). Baseado nos resultados obtidos no ensaio de tolerância aguda determinou-se as concentrações salinas utilizadas no ensaio de tolerância crônica: 5; 7,5 e 10‰ e controle (0‰). Neste ensaio foram avaliados parâmetros de crescimento (peso e comprimento, ganho de peso, consumo de ração e taxa de mortalidade) e parâmetros físico-químicos da água (temperatura, pH e amônia tóxica). Adicionalmente observações visuais foram realizadas para detectar possíveis alterações morfológicas ou comportamentais decorrentes da exposição às diferentes salinidades. A salinidade letal média (SL50) para o pangasius nas condições do estudo foi estimada em 10,76‰ (IC 95% = 10,22 – 11,33‰). Maiores taxas de ganho de peso (p


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