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A configuração da mineração e o ordenamento territorial nos municípios de Juruti e Santarém na Amazônia brasileira

    1. [1] Universidad Federal de Pará

      Universidad Federal de Pará

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal do Amapá

      Universidade Federal do Amapá

      Brasil

  • Localización: Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento, ISSN-e 2317-2363, Vol. 11, Nº. 4, 2022, págs. 1113-1136
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A mineração na Amazônia brasileira tem gerado nos últimos 70 anos danos ambientais e sofrimentos sociais. Os modelos de desenvolvimento econômico têm mudado ao longo desse tempo, mas a capacidade real de a mineração gerar bem-estar social e sustentabilidade não tem sido mais que um discurso das empresas mineradoras e governos. O artigo analisa um caso recente dessa história ao confrontar a “configuração desenvolvimentista” do Projeto Juruti Sustentável com o ordenamento territorial recentemente implementado pelo Estado na região do Baixo Amazonas. Faz uma revisão das principais teorias que orientaram o planejamento do desenvolvimento na Amazônia e recupera o debate crítico recente da ecologia política para então fazer uso das categorias território abrigo e território recurso de Milton Santos. Procurando se opor aos planos e projetos tecidos pela mineradora para à região, as comunidades rurais defendem o direito de garantirem a reprodução da vida de suas famílias em seu território abrigo.


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