Este estudio tuvo como objetivo investigar las representaciones que tienen los estudiantes universitarios sobre el nuevo coronavirus y su salud mental en tiempos de pandemia. Para ello, 276 participantes fueron sometidos a un cuestionario sociodemográfico y a la Técnica de Asociación de Palabras Libres. Los datos fueron procesados por el software IRaMuTeQ y luego analizados por dos tipos de análisis: similitud y prototipo. El nuevo coronavirus en base a lo que se ha propagado hasta ahora en los medios y en el conocimiento académico, reportándolo como una enfermedad de magnitud pandémica que ha causado miedo y muerte en la población. Además, el término se ancló en las medidas profilácticas para prevenir el contagio y en la crisis que se ha evidenciado en los ámbitos psicológico, financiero y laboral. En cuanto al estímulo del coronavirus y la salud mental, las representaciones están ancladas en los impactos psicoafectivos que genera el virus. Se espera que los resultados de esta investigación corroboren el fundamento de las estrategias de intervención del gobierno, agencias y organizaciones no gubernamentales, y de los medios de comunicación sobre las repercusiones del Covid-19 en la salud mental de la sociedad y, en particular, en la de los estudiantes universitarios.
In this study, we aimed to investigate how university students’ representations of the new coronavirus and their mental health are related in times of pandemic. To this end, 276 participants were asked to complete a sociodemographic questionnaire and the Free Word Association Technique. The data were processed using IRaMuTeQ software and later analyzed using two types of analyses: similarity and prototypicality. Results indicated that participants portrayed the new coronavirus as a disease of pandemic proportions that caused fear which has caused fear and death in the population. Moreover, this social object was anchored in the prophylactic measures taken to prevent contagion and in the crisis that has manifested itself in the psychological, financial, and labor spheres. It is expected that the findings of this study will underpin the basis for intervention strategies by governmental and non-governmental agencies, as well as the media in the face of the impact of Covid-19 on the mental health of society and, particularly, that of university students.
O presente estudo objetivou investigar as representações que universitários possuem acerca do novo coronavírus e sua saúde mental em tempos pandêmicos. Para isso, contou-se com 276 participantes que foram submetidos a um questionário sociodemográfico e a Técnica de Associação Livre de Palavras. Os dados foram processados pelo software IRaMuTeQ, e posteriormente analisadas por dois tipos de análises: a de similitude e prototípica. Os resultados apontaram que os participantes representaram o novo coronavírus com base no que até então é propagado nos veículos de difusão e no conhecimento erudito, reportando-o como uma doença de magnitude pandêmica a qual tem provocado medo e mortes na população. Além disso, o termo foi ancorado em medidas profiláticas de prevenção do contágio e na crise que tem sido evidenciada na esfera psicológica, financeira, laboral. No que tange ao estímulo coronavírus e saúde mental, as representações ancoraram-se nos impactos psicoafetivos gerados pelo vírus e no uso de estratégias de enfrentamento. Espera-se que os resultados desta pesquisa corroborem para a fundamentação de estratégias interventivas por órgãos governamentais e não governamentais, bem como pela mídia frente às repercussões da Covid-19 na saúde mental da sociedade e, em especial, na de estudantes universitários.
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