Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Avaliação da tolerância ao calor de ovinos do grupo genético Soinga em comparação à raça Santa Inês

  • Autores: Fábio Santos do Nascimento, Bonifácio Benicio de Souza, Antônio Fernando de Melo Vaz, Fabíola Franklin de Medeiros, Luanna Figueiredo Batista, Luiz Henrique de Souza Rodrigues, Antonio Leopoldino Neto, Ribamar Weríssimo Macêdo, Maycon Rodrigues da Silva, Juliana Paula Felipe de Oliveira
  • Localización: Observatorio de la Economía Latinoamericana, ISSN-e 1696-8352, Vol. 23, Nº. 5, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Evaluación de la tolerancia al calor de ovejas del grupo genético Soinga en comparación con la raza santa Inéstítulo em português
    • Evaluation of heat tolerance of sheep from the Soinga genetic group compared to the Santa Inês breed
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El objetivo fue evaluar y comparar la adaptabilidad de los genotipos Soinga y Santa Inês en función de la dieta y el ambiente térmico. Se utilizaron 24 ovinos machos, con aproximadamente 150 días de edad y peso vivo inicial de 20,00 ± 3,00 kg, distribuidos según la dieta: ensilado de sorgo y concentrado en proporciones forraje:concentrado de 50:50 y 70:30. Se evaluaron variables ambientales como temperatura ambiente, humedad relativa y temperatura del globo negro, con cálculo del índice de temperatura y humedad del globo negro (ITGU) y la carga térmica de radiación (CTR). Los parámetros fisiológicos fueron frecuencia respiratoria (FR), temperatura superficial (TS) y temperatura rectal (TR), además de los índices de tolerancia al calor (ITC y CTC). Seutilizó un diseño completamente aleatorizado en esquema factorial, con evaluaciones antes, durante y después del estrés térmico. Las temperaturas ambientales superaron la zona de confort térmico (20–30 °C) y el umbral crítico (35 °C), siendo la temperatura del globo negro al sol más elevada a las 13 h. El ambiente térmico afectó significativamente las respuestas fisiológicas. Inmediatamente después del estrés, aumentaron (P<0,05) la FR, TS y TR, destacándose Santa Inês con mayor TR. El genotipo Soinga presentó TS y TR más bajas (P<0,05) tras el estrés, indicando mayor adaptabilidad al calor. Las dietas no influyeron en las respuestas fisiológicas ni en la tolerancia térmica. Se concluye que el ambiente térmico afecta fuertemente a los genotipos, y que Soinga es más tolerante al calor que Santa Inês.

    • English

      This study aimed to evaluate and compare the adaptability of Soinga and Santa Inês genotypes according to diet and thermal environment. Twenty-four male sheep, approximately 150 days old with an initial live weight of 20.00 ± 3.00 kg, were used and grouped by diet: sorghum silage and concentrate in roughage:concentrate ratios of 50:50 and 70:30. Environmental variables evaluated included ambient temperature, relative humidity, and black globe temperature, with the calculation of the black globe humidity index (BGHI) and radiation thermal load (RTL). Physiological parameters included respiratory rate (RR), surface temperature (ST), and rectal temperature (RT), along with heat tolerance indices (HTI and HTC). A completely randomized design was used in a factorial scheme, with evaluations before, during, and after thermal stress. Ambient temperatures exceeded the thermal comfort zone (20–30 °C) and the critical threshold (35 °C), with solar black globe temperature highest at 1 p.m. The thermal environment significantly affected physiological responses. Immediately after stress, RR, ST, and RT increased (P<0.05), with Santa Inês showing higher RT. Soinga had lower ST and RT (P<0.05) after stress, indicating greater heat adaptability. Diets did not influence physiological responses or thermal tolerance. It is concluded that the thermal environment strongly affects the genotypes, and Soinga is more heat-tolerant than Santa Inês.

    • português

      Objetivou-se avaliar e comparar a adaptabilidade dos genótipos Soingae Santa Inês em função da dieta e do ambiente térmico. Foram utilizados 24 ovinos machos, com média de 150 dias de idade e peso inicial de 20,00 ± 3,00 kg, distribuídos em grupos alimentados com silagem de sorgo e concentrado nas proporções volumoso:concentrado de 50:50 e 70:30. Avaliaram-se variáveis ambientais como temperatura ambiente, umidade relativa e temperatura de globo negro, com cálculo do ITGU e da carga térmica de radiação (CTR). Os parâmetros fisiológicos analisados foram frequência respiratória (FR), temperatura superficial (TS) e temperatura retal (TR), além dos índices de tolerância ao calor (ITC e CTC). O delineamento foi inteiramente casualizado em esquema fatorial, com avaliações antes, durante e após o estresse térmico. As médias de temperatura ambiente ultrapassaram a zona de conforto térmico (20–30 °C) e a temperatura crítica (35 °C), sendo a TGNsol mais elevada às 13 h. O ambiente térmico influenciou significativamente as respostas fisiológicas. Imediatamente após o estresse, a FR aumentou (P<0,05), assim como a TS e a TR, com destaque para o genótipo Santa Inês, que apresentou maior TR nesse período. O genótipo Soinga demonstrou menor TS e TR (P<0,05) após o estresse, indicando maior adaptabilidade ao calor. As dietas não influenciaramas respostas fisiológicas nem a tolerância térmica. Conclui-se que o ambiente térmico exerce forte efeito sobre os genótipos e que o Soinga é mais tolerante ao estresse térmico que o Santa Inês


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno