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La responsabilidad objetiva de los bancos en los casos de fraude electrónico en Colombia

    1. [1] Universidad Santo Tomás

      Universidad Santo Tomás

      Santiago, Chile

  • Localización: Misión Jurídica: Revista de derecho y ciencias sociales, ISSN 1794-600X, Vol. 18, Nº. 28, 2025, págs. 1-1
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • A responsabilidade objetiva dos bancos nos casos de fraude eletrônica na Colômbia
    • Banking strict liability in cases of electronic fraud in Colombia
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo analiza la responsabilidad objetiva de los bancos en casos de fraude electrónico en Colombia. Se examina el marco legal aplicable, las principales modalidades de fraude y la jurisprudencia de la Corte Suprema de Justicia, con especial énfasis en la teoría del riesgo creado de carácter empresarial.

      La Sala Civil y Agraria de la Corte Suprema de Justicia ha tendido a fallar a favor de los consumidores, bajo el argumento de que las entidades bancarias, al ofrecer servicios electrónicos, generan un riesgo inherente de fraude del cual se benefician y, en consecuencia, deben asumir sus efectos. No obstante, esta responsabilidad no es absoluta, pues se valoran factores como la diligencia del banco en la implementación de medidas de seguridad y la conducta del cliente afectado.

      Este estudio se propone analizar la responsabilidad objetiva de las entidades financieras en casos de fraude electrónico, a la luz de la teoría del riesgo creado y de la jurisprudencia de la Corte Suprema de Justicia. Se abordará el marco normativo vigente, las distintas formas que adopta el fraude electrónico y los criterios jurisprudenciales utilizados para atribuir responsabilidad a los bancos. Se prestará especial atención a las sentencias más relevantes, con el fin de identificar las tendencias jurisprudenciales y los fundamentos que sustentan la imposición de una responsabilidad objetiva.

      El artículo concluye que la responsabilidad objetiva de los bancos frente al fraude electrónico constituye un tema en permanente evolución, que exige un análisis constante y una adaptación progresiva a los avances tecnológicos y a las nuevas dinámicas del sistema financiero.

    • English

      This article analyzes banking strict liability in cases of electronic fraud in Colombia by examining the applicable legal framework, the main types of fraud, and jurisprudence of the Supreme Court of Justice, with an emphasis on the theory of created risk in business matters.

      The Civil and Agrarian Hall of the Supreme Court of Justice has tended to rule in favor of consumers, arguing that banks, in offering electronic banking services, create an inherent risk of fraud and they have some benefit from it. Therefore, they should bear the consequences. However, liability is not absolute, with factors such as the bank's diligence in implementing security measures and the customer's behavior being considered.

      This article aims to analyze the objective liability of financial entities in cases of electronic fraud in Colombia, in the light of the theory of created risk and the Supreme Court of Justice's jurisprudence. A close look is given at the regulatory framework in force, the different types of electronic fraud, and the jurisprudential basis used by the Court to establish financial institutions liability. Special attention will be paid to outstanding rulings on this matter, in order to identify the jurisprudential trends and the grounds substantiating a strict liability on banks.

      As a conclusion, we argue that banking entities' objective liability in cases of electronic fraud is an evolving issue, which requires continuous analysis and progressive adaptation to technological advances and emerging dynamics in the financial system.

    • português

      Este artigo analisa a responsabilidade objetiva dos bancos em casos de fraude eletrônica na Colômbia. Examina-se o marco legal aplicável, as principais modalidades de fraude e a jurisprudência da Corte Suprema de Justiça, com especial ênfase na teoria do risco criado de natureza empresarial.

      A Sala Civil e Agrária da Corte Suprema tem adotado, de forma recorrente, decisões favoráveis aos consumidores, sob o argumento de que as instituições bancárias, ao oferecerem serviços eletrônicos, geram um risco inerente de fraude do qual se beneficiam e, por isso, devem assumir suas consequências. No entanto, essa responsabilidade não é absoluta, sendo considerados fatores como a diligência do banco na implementação de medidas de segurança e a conduta do cliente afetado.

      Este estudo propõe-se a analisar a responsabilidade objetiva das instituições financeiras em casos de fraude eletrônica, à luz da teoria do risco criado e da jurisprudência da Corte Suprema de Justiça. Serão abordados o marco normativo vigente, as diferentes formas de fraude eletrônica e os critérios jurisprudenciais utilizados para atribuir responsabilidade aos bancos. Uma atenção especial será dada às decisões mais relevantes, com o objetivo de identificar as tendências jurisprudenciais e os fundamentos que sustentam a imposição de responsabilidade objetiva.

      O artigo conclui que a responsabilidade objetiva dos bancos diante da fraude eletrônica constitui um tema em constante evolução, que exige análise permanente e adaptação progressiva aos avanços tecnológicos e às novas dinâmicas do sistema financeiro.


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