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Emotional eating in patients at a nutrition outpatient in south Brazil

  • Autores: Flávia de Carvalho Herreira, Lilia Moraes, Lúcia Rota Borges, Anne y Castro Marques, Ana Maria Pandolfo Feoli, Renata Torres Abib Bertacco Torres Abib Bertacco
  • Localización: RBONE - Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, ISSN-e 1981-9919, Vol. 19, Nº. 119, 2025, págs. 375-381
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Mangiare emotivo nei pazienti di un ambulatorio nutrizionale nel sud del Brasile
    • Alimentação emocional em pacientes de um ambulatório de nutrição do sul do Brasil
    • Alimentación emocional en pacientes de un ambulatorio de nutrición en el sur de Brasil
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Comer emocionalmente se define como comer bajo la influencia de emociones negativas y está asociado con trastornos alimentarios, impulsividad, depresión y aumento de peso, lo que puede conducir a enfermedades relacionadas con la obesidad. Las personas con depresión tienen mayor probabilidad de tener una alimentación emocional deteriorada, lo que perjudica su calidad de vida y salud, haciendo que la alimentación sea más difícil de controlar. Además, estas condiciones conducen al aumento de peso. Así, el objetivo de este estudio fue caracterizar y comparar el dominio de la alimentación emocional entre pacientes de un ambulatorio de Nutrición en el sur de Brasil. Se trata de un estudio transversal, en el que se utilizaron datos de un banco preexistente. La alimentación emocional se evaluó mediante el cuestionario validado, Three Factor Eating Questionnaire R-21, el diagnóstico de depresión se obtuvo de la historia clínica, mientras que las variables, edad, sexo, talla e índice de masa corporal se obtuvieron a través de la anamnesis nutricional estándar del servicio. Se recogieron datos de 252 pacientes con diabetes mellitus tipo 2 y/o hipertensión, adultos y ancianos, de ambos sexos, en su primera consulta. Respecto a la alimentación emocional, los pacientes con depresión, mujeres, adultos y pacientes con sobrepeso presentaron valores significativamente mayores que aquellos sin depresión, hombres, personas mayores y eutróficos, respectivamente. En conclusión, la evaluación de la conducta alimentaria, especialmente el dominio relacionado con la alimentación emocional, es de suma relevancia para realizar un seguimiento nutricional más asertivo.

    • English

      Emotional eating is defined as eating under the influence of negative emotions and is associated with eating disorders, impulsivity, depression and weight gain, which can cause obesity-related illnesses. Individuals with depression are more likely to have a compromised control over emotional eating, which harms their quality of life and health, also making eating more difficult to control. Furthermore, these conditions encourage weight gain. Thus, the objective of this study was to characterize and compare the domain of emotional eating among patients at a Nutrition outpatient clinic in Southern Brazil. This is a cross-sectional study, which used data from a pre-existing database. Emotional eating was assessed using the validated questionnaire, Three Factor Eating Questionnaire R-21, the diagnosis of depression was obtained from the medical record, while the variables, age, sex, height and body mass index were obtained through standard nutritional history. of the service. Data were collected from 252 patients, with type 2 diabetes mellitus and/or hypertension, adults and elderly people, of both sexes, in their first consultation. In relation to emotional eating, patients who had depression, women, adults and overweight patients presented significantly higher values than those without depression, men, elderly people and eutrophic people, respectively. In conclusion, the assessment of eating behavior, especially the domain related to emotional eating, is extremely important to carry out more assertive nutritional monitoring.

    • italiano

      L'alimentazione emotiva è definita come il mangiare sotto l'influenza di emozioni negative ed è associata a disturbi alimentari, impulsività, depressione e aumento di peso, che possono portare a malattie legate all'obesità. Gli individui affetti da depressione hanno maggiori probabilità di avere un'alimentazione emotiva alterata, il che compromette la loro qualità di vita e la loro salute, rendendo più difficile controllare il cibo. Inoltre, queste condizioni portano all'aumento di peso. Pertanto, l'obiettivo di questo studio era quello di caratterizzare e confrontare la sfera emozionale dell'alimentazione tra i pazienti di un ambulatorio di nutrizione nel Brasile meridionale. Si tratta di uno studio trasversale, che ha utilizzato dati provenienti da una banca preesistente. L'alimentazione emotiva è stata valutata utilizzando il questionario validato Three Factor Eating Questionnaire R-21; la diagnosi di depressione è stata ottenuta dalla cartella clinica, mentre le variabili età, sesso, altezza e indice di massa corporea sono state ottenute tramite l'anamnesi nutrizionale standard del servizio. Sono stati raccolti i dati di 252 pazienti affetti da diabete mellito di tipo 2 e/o ipertensione, adulti e anziani, di entrambi i sessi, alla loro prima visita. Per quanto riguarda il mangiare emotivo, i pazienti con depressione, le donne, gli adulti e i pazienti sovrappeso hanno presentato valori significativamente più alti rispetto a quelli senza depressione, agli uomini, agli anziani e agli individui eutrofici. In conclusione, la valutazione del comportamento alimentare, in particolare quella legata all'alimentazione emotiva, è estremamente rilevante per effettuare un monitoraggio nutrizionale più assertivo.

    • português

      A alimentação emocional é definida como comer sob influência de emoções negativas e está associada a transtornos alimentares, impulsividade, depressão e ganho de peso, o que pode causar doenças relacionadas à obesidade. Os indivíduos com depressão estão mais predispostos a ter um domínio comprometido da alimentação emocional, o que prejudica a qualidade de vida e a saúde, também tornando a alimentação mais difícil de ser controlada, além disso, estas condições propiciam o ganho de peso. Assim, o objetivo desse estudo foi caracterizar e comparar o domínio de alimentação emocional entre pacientes de um ambulatório de Nutrição do Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, que utilizou dados de um banco pré-existente. A alimentação emocional foi avaliada através do questionário validado, Three Factor Eating Questionnaire R-21, o diagnóstico de depressão foi obtido pelo prontuário médico, enquanto as variáveis, idade, sexo, altura e índice de massa corporal foram obtidas por meio da anamnese nutricional padrão do serviço. Sendo os dados coletados de 252 pacientes, com diabetes mellitus tipo 2 e/ou hipertensão, adultos e pessoas idosas, de ambos os sexos, em sua primeira consulta. Em relação à alimentação emocional, os pacientes que possuiam depressão, as mulheres, adultos e os pacientes com excesso de peso apresentaram valores significativamente mais altos que os sem depressão, homens, pessoas idosas e eutróficos, respectivamente.  Em conclusão, a avaliação do comportamento alimentar, especialmente o domínio referente à alimentação emocional, é de extrema relevância para realizar um acompanhamento nutricional mais assertivo.

    • português

      A alimentação emocional é definida como comer sob a influência de emoções negativas e está associada a distúrbios alimentares, impulsividade, depressão e aumento de peso, podendo causar doenças relacionadas com a obesidade. Os indivíduos com depressão estão mais predispostos a ter um domínio comprometido da alimentação emocional, o que prejudica a qualidade de vida e a saúde, tornando também a alimentação mais difícil de ser controlada, além disso, estas condições propiciam o ganho de peso. Assim, o objetivo deste estudo foi caracterizar e comparar o domínio da alimentação emocional entre os doentes de um ambulatório de Nutrição do Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, que utilizou dados de um banco pré-existente. A alimentação emocional foi avaliada através do questionário validado, Three Factor Eating Questionnaire R-21, o diagnóstico de depressão foi obtido pelo processo clínico, enquanto as variáveis, idade, sexo, altura e índice de massa corporal foram obtidas através da anamnese nutricional padrão do serviço. Sendo os dados recolhidos de 252 doentes, com diabetes mellitus tipo 2 e/ou hipertensão, adultos e pessoas idosas, de ambos os sexos, na sua primeira consulta. Em relação à alimentação emocional, os pacientes que possuiam depressão, as mulheres, adultos e os pacientes com excesso de peso apresentaram valores significativamente mais altos que os sem depressão, homens, pessoas idosas e eutróficos, respetivamente. Em conclusão, a avaliação do comportamento alimentar, especialmente o domínio referente à alimentação emocional, é de extrema relevância para realizar um acompanhamento nutricional mais assertivo.


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