Brasil
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O presente artigo analisa a produção acadêmica na temática gênero na Geografia Agrária entre 2013 e 2023. Para esse fim, lançamos mão de um estudo bibliométrico quantitativo de carácter descritivo aos dados disponíveis no Catálogo de Teses e Dissertações (CTD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A análise dos dados é norteada pelos indicadores bibliométricos a seguir: Tipo de produção acadêmica; produção acadêmica por ano; produção acadêmica por instituição; produção acadêmica por orientador (a); interseccionalidade das produções. Os indicadores bibliométricos demonstram que a produção sobre gênero na geografia agrária é majoritariamente oriunda dos programas de pós-graduação à nível de mestrado. Quando observado os indicadores produção acadêmica por instituição e por orientador (a) esses oscilam entre dispersão e concentração, de acordo com os critérios utilizados para análise. A perspectiva binaria ainda é dominante nos estudos em gênero na Geografia Agrária, as produções acadêmicas quem compõem este artigo apresentam intersecções da temática com elementos como território, agroecologia, trabalho, movimentos sociais e campesinato demonstrando possibilidades e externalizando a amplitude do campo de estudo a ser explorado.
This article analyzes academic production on the topic of gender in Agrarian Geography between 2013 and 2023. For this purpose, we employed a quantitative bibliometric study with a descriptive character, based on data available in the CAPES Thesis and Dissertation Catalog (CTD) from the Brazilian Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES). The data analysis is guided by the following bibliometric indicators: type of academic production; academic production by year; academic production by institution; academic production by advisor; and intersectionality of the works. The bibliometric indicators show that most of the gender-related research in Agrarian Geography originates from master's level graduate programs. When analyzing the indicators by institution and advisor, results oscillate between dispersion and concentration, depending on the analytical criteria used. A binary perspective still dominates gender studies in Agrarian Geography. However, the academic works analyzed here intersect gender with elements such as territory, agroecology, labor, social movements, and peasantry, revealing possibilities and highlighting the broad scope of this field of study.
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