Hospital, Costa Rica
El artículo analiza la Cartografía Participativa como herramienta metodológica en comunidades rurales de Costa Rica enfrentadas a conflictos socioambientales (2014-2019). Desde una perspectiva de Educación Popular, se revisan productos académicos como memorias, cartillas metodológicas y atlas, generados por el Programa Kioscos Socioambientales de la Universidad de Costa Rica. A través de una metodología de revisión documental y análisis de experiencias, se abordan cuatro casos específicos en comunidades indígenas y campesinas. La investigación busca responder a la pregunta: ¿por qué utilizar la Cartografía Participativa en estos contextos? Se concluye que esta técnica facilita la construcción colectiva del conocimiento, la sistematización de conflictos y la denuncia socioambiental, promoviendo el fortalecimiento organizativo comunitario.
The article examines Participatory Cartography as a methodological tool in rural communities in Costa Rica facing socio-environmental conflicts (2014-2019). From a Popular Education perspective, it reviews academic outputs such as reports, methodological booklets, and atlases, generated by the Kioscos Socioambientales Program at the University of Costa Rica. Through a documentary review and analysis of experiences, four specific cases in indigenous and peasant communities are explored. The research seeks to answer the question: Why use Participatory Cartography in these contexts? It concludes that this technique facilitates collective knowledge construction, systematization of conflicts, and socio-environmental advocacy, fostering community organizational strengthening.
O artigo analisa a Cartografia Participativa como ferramenta metodológica em comunidades rurais da Costa Rica enfrentando conflitos socioambientais (2014-2019). A partir de uma perspectiva da Educação Popular, revisa produtos acadêmicos como memórias, cartilhas metodológicas e atlas, gerados pelo Programa Kioscos Socioambientales da Universidade da Costa Rica. Através de uma revisão documental e análise de experiências, são abordados quatro casos específicos em comunidades indígenas e camponesas. A pesquisa busca responder à pergunta: por que utilizar a Cartografia Participativa nesses contextos? Conclui-se que essa técnica facilita a construção coletiva do conhecimento, a sistematização de conflitos e a denúncia socioambiental, promovendo o fortalecimento organizacional comunitário.
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