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Metodologías participativas en la gestión comunitaria del riesgo de desastre: Revisión sistemática de experiencias en América Latina

    1. [1] Universidad del Bío-Bío

      Universidad del Bío-Bío

      Comuna de Concepción, Chile

    2. [2] Universidad de Concepción

      Universidad de Concepción

      Comuna de Concepción, Chile

  • Localización: Perspectiva Geográfica, ISSN-e 0123-3769, Vol. 30, Nº. 2, 2025 (Ejemplar dedicado a: Participatory methodologies for in situ geographic research), págs. 1-21
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Uso de metodologias participativas em processos de risco de desastres na América Latina: Uma revisão sistemática
    • Use of participatory methodologies in disaster risk processes in Latin America: A systematic review
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Las metodologías participativas emergen como herramientas indispensables para fomentar la participación activa, el empoderamiento, fortalecer capacidades de afrontamiento y promover la gestión del riesgo en las comunidades. Con este propósito, realizamos una revisión sistemática (método PRISMA 2020) de estudios que aplican metodologías participativas ante riesgos climatológicos en Latinoamérica. Revisamos las bases de datos Web of Science, Scopus, EBSCO Host y ScieLo, seleccionando 50 artículos publicados entre los años 2012 y 2022. Los resultados indican que el diseño más utilizado incorpora el enfoque investigativo con componentes participativos y/o de acción participativa. En la producción de datos, predominan las técnicas de cartografías y mapeos. En los enfoques de análisis, se encuentra el de tipo cualitativo. Respecto a los participantes, las comunidades escolares y actores clave sobresalen como principales grupos presentes. El nivel informativo/consultivo se destaca en el grado de implicancia comunitaria, y entre los cambios observados, resalta el atender necesidades y el empoderamiento comunitario. En conclusión, notamos falta de claridad en las estrategias analíticas, ambigüedad en aspectos éticos y una limitada presencia de estudios en los idiomas español y portugués. Los futuros estudios deberían profundizar en la caracterización del componente comunitario, potenciar su uso para una mayor implicancia activa en las comunidades en donde se propicie el empoderamiento y no solo la extracción de información. Además, que se realicen investigaciones que incorporen autoridades locales y las comunidades del lugar, esto orientado a robustecer la gobernanza del riesgo a nivel local y que exista una gobernanza colaborativa del riesgo.

    • English

      Summary: Participatory methodologies emerge as indispensable tools to foster active participation, empowerment, strengthen coping capacities and promote risk management in communities. For this purpose, we conducted a systematic review (PRISMA 2020 method) of studies that apply participatory methodologies to climate risks in Latin America. We reviewed the databases Web of Science, Scopus, EBSCO Host and ScieLo, selecting 50 articles published between 2012 and 2022. The results indicate that the most commonly used design incorporates the research approach with participatory and/or participatory action components. In data production, mapping and mapping techniques predominate. In the analytical approaches, the qualitative approach is found. Regarding the participants, school communities and key actors stand out as the main groups present. The informative/consultative level stands out in the degree of community involvement, and among the changes observed, addressing needs and community empowerment stand out. In conclusion, we note a lack of clarity in analytical strategies, ambiguity in ethical aspects and a limited presence of studies in Spanish and Portuguese. Future studies should deepen in the characterisation of the community component, enhance its use for a greater active involvement in the communities where empowerment is promoted and not only the extraction of information. Furthermore, research should be carried out that incorporates local authorities and local communities, with the aim of strengthening risk governance at the local level, and that there is collaborative risk governance.

    • português

      Resumo: As metodologias participativas surgem como ferramentas indispensáveis para fomentar a participação ativa, o empoderamento, fortalecer as capacidades de enfrentamento e promover a gestão de riscos nas comunidades. Para isso, realizamos uma revisão sistemática (método PRISMA 2020) de estudos que aplicam metodologias participativas aos riscos climáticos na América Latina. Revisamos as bases de dados Web of Science, Scopus, EBSCO Host e ScieLo, selecionando 50 artigos publicados entre 2012 e 2022. Os resultados indicam que o desenho mais utilizado incorpora a abordagem de pesquisa com componentes participativos e/ou de ação participativa. Na produção de dados, predominam as técnicas de mapeamento e cartografia. Nas abordagens analíticas, encontra-se a abordagem qualitativa. Relativamente aos participantes, as comunidades escolares e os actores-chave destacam-se como os principais grupos presentes. O nível informativo/consultivo destaca-se no grau de envolvimento da comunidade e, entre as mudanças observadas, sobressaem o atendimento às necessidades e o empoderamento da comunidade. Em conclusão, registamos uma falta de clareza nas estratégias analíticas, ambiguidade nos aspectos éticos e uma presença limitada de estudos em espanhol e português. Estudos futuros devem aprofundar a caraterização da componente comunitária, potenciar a sua utilização para um maior envolvimento ativo nas comunidades onde se promove o empowerment e não apenas a extração de informação. Além disso, devem ser realizadas investigações que incorporem as autoridades locais e as comunidades locais, com o objetivo de reforçar a governação do risco a nível local, e que exista uma governação colaborativa do risco.


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