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Fractura del cóndilo asociada a traumatismo en la primera infancia: reporte de caso

    1. [1] Universidade Estadual de Londrina

      Universidade Estadual de Londrina

      Brasil

    2. [2] Universidade Estadual Paulista

      Universidade Estadual Paulista

      Brasil

  • Localización: Revista de Odontopediatría Latinoamericana, ISSN 2174-0798, Nº. 15, 2025
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Fratura condilar associada à trauma na primeira infância: relato de caso
    • Condylar fracture associated with trauma in early childhood: case report
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Las fracturas faciales son situaciones poco comunes y desafiantes en la primera infancia. Cuando ocurre un traumatismo facial, la implicación de estructuras mandibulares como el cóndilo es altamente prevalente. El presente estudio tuvo como objetivo relatar un caso de fractura condilar asociada a trauma en la primera infancia, incluyendo el diagnóstico y la conducta. Una paciente de sexo femenino, de 6 años, acudió al Servicio de Urgencias Odontológicas Infantiles de la Clínica de Especialidades Infantiles, Bebé Clínica, de la Universidad Estatal de Londrina (UEL), con queja de retención prolongada del diente 51 y tratamiento ortodóntico. Durante la anamnesis, la responsable legal informó que se realizaba atención odontológica preventiva en la Unidad Básica de Salud y un historial de trauma a los 3 y 6 meses de vida. Durante el examen clínico, se observó asimetría facial y desvío de la línea media durante la apertura bucal. La palpación reveló un movimiento inadecuado de la articulación temporomandibular izquierda. Los exámenes complementarios confirmaron el diagnóstico de fractura condilar y consolidación del cóndilo izquierdo en una posición anómala. Como conducta, el equipo multidisciplinario optó por la observación del caso hasta el desarrollo óseo completo de la mandíbula. Con base en este relato, podemos concluir que es deber del odontopediatra estar atento a las alteraciones esqueléticas en los niños para evitar el subdiagnóstico de fracturas óseas severas y sus secuelas, garantizando la calidad de vida del niño y su familia.

    • English

      Facial fractures are uncommon and challenging situations in early childhood. When facial trauma occurs, involvement of mandibular structures such as the condyle is highly prevalent. The present study aimed to report a case of condylar fracture associated with trauma in early childhood, including the diagnosis and management. A 6-year-old female patient presented to the Pediatric Dental Emergency Care at the Children's Specialty Clinic, Baby-Clinic, at the State University of Londrina (UEL), with a complaint of prolonged retention of tooth 51 and the need for orthodontic treatment. During the anamnesis, the legal guardian reported providing preventive dental care at the Basic Health Unit and a history of trauma at 3 and 6 months of age. On clinical examination, facial asymmetry and deviation of the midline during mouth opening were observed. Palpation revealed inadequate movement of the left temporomandibular joint. Complementary exams confirmed the diagnosis of condylar fracture and consolidation of the left condyle in an abnormal position. As a course of action, the multidisciplinary team opted to follow the case until the jawbone had fully developed. Based on this report, we can conclude that it is the pediatric dentist's duty to be alert to skeletal changes in children to avoid underdiagnosis of severe bone fractures and their sequelae, ensuring quality of life for the child and his/her family.

    • português

      Fraturas faciais são situações incomuns e desafiadoras em crianças na primeira infância. Quando da ocorrência de um traumatismo facial, o envolvimento de estruturas mandibulares como o côndilo é altamente prevalente. O presente estudo teve como objetivo relatar um caso de fratura condilar associada à trauma na primeira infância, o diagnóstico e a conduta. Paciente do sexo feminino, 6 anos de idade, compareceu ao Pronto Atendimento Odontológico Infantil da Clínica de Especialidades Infantis, Bebê Clínica, da Universidade Estadual de Londrina (UEL) com queixa de retenção prolongada do dente 51 e tratamento ortodôntico. Durante a anamnese, a responsável legal relatou realizar atendimento odontológico preventivo na Unidade Básica de Saúde e histórico de trauma aos 3 e 6 meses de vida. Ao exame clínico, observou-se assimetria facial e desvio de linha média durante abertura bucal. Ao exame de palpação, constatou-se movimentação inadequada da articulação temporomandibular esquerda. Exames complementares confirmaram o diagnóstico de fratura condilar e consolidação do côndilo esquerdo em posição anômala. Como conduta, a equipe multidisciplinar optou pela proservação do caso até o desenvolvimento ósseo completo da mandíbula. Com base neste relato, podemos concluir que é dever do odontopediatra estar atento à alterações esqueléticas em crianças a fim de evitar o subdiagnóstico de fraturas ósseas severas e suas sequelas, garantindo qualidade de vida à criança e sua família.


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