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Co-habitar urbano desde el entramado interespecie: arte y afectividad ambiental para otros modos de atención y defensa del territorio

    1. [1] Programa de Maestría y Doctorado en Música UNAM
  • Localización: (Pensamiento), (palabra) y obra, ISSN 2011-804X, ISSN-e 2462-8441, Nº. 33, 2025 (Ejemplar dedicado a: ene-jun (Publicación continua); e22167)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Co-habitar o Espaço Urbano a partir da estrutura interspecífica: arte e afetividade ambiental para outras formas de atenção e Defesa do território
    • Co-habiting the Urban Space from the Interspecies Framework: Art and Environmental Affection for Other Forms of Attention and Territorial Defense
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este trabajo da cuenta de una investigación artística situada en la Ciudad de México, que tiene como finalidad cultivar modos de atención no antropocéntricos del habitar urbano. En ella busco vincular procesos de escucha, siembra y escritura en torno al territorio, como una forma de contrarrestar el sentido netamente extractivista de lo urbano, fincado en la oposición moderno-colonial entre cultura y naturaleza. Reconociendo la importancia de la dimensión estético-afectiva dentro de las luchas socioambientales, así como en la producción de modos de vida más que humanos, expongo cómo la milpa, el documental sonoro y la caminata colectiva, pueden ser abordadas como tecnologías perceptuales y convivenciales (Illich, 1975) que aportan modos de entender y defender el territorio, sin recurrir a dualidades entre campo-ciudad, tradición-modernidad, humano y no humano. De este modo, la milpa, el documental y la caminata colectiva resultan instancias para generar poéticas de relacionalidad constitutiva, término abordado por Arturo Escobar (2014) que apunta a un proyecto político ontológico radical sobre las maneras de entender y operar la vida.Este abordaje facilita incorporar y pensar la aportación de los procesos artísticos en el cultivo de experiencias del habitar, donde una ética y ontología más que humana se hagan presentes. El trabajo propone, a su vez, dar cuenta del potencial estético y artístico que he encontrado en la agroecología y la ecología política para entender la milpa como una práctica biocultural. Asimismo, el trabajo dialoga con la noción de afectividad ambiental de Omar Giraldo e Ingrid Toro (2020); la acustemología planteada por Steven Feld (2015), y las reflexiones de Mark P. Wright (2022) sobre ecología y grabación de campo.

    • English

      In this paper, I will discuss an artistic research project situated in Mexico City, which aims at fostering non-anthropocentric modes of attention to our urban living. This project seeks to interrelate processes of listening, sowing, and writing about territory, in order to counterbalance a mere extractivist view of urban dwelling, as it is grounded in a modern-colonial binarism of culture and nature. Recognizing the importance of the aesthetic-affective dimension, both in socio-environmental struggles, and more-than-human ways of living, I show how the milpa (a traditional farming system), sound documentary, and collective walking can be approached as perceptual and convivial tools (Illich, 1975). These tools offer ways to understand and defend land, beyond a dualistic approach, such as countryside-city, tradition-modernity, human and non-human. In this way, the milpa, the documentary, and collective walking become opportunities to foster poetics of constitutive relationality, a term coined by Arturo Escobar (2014), which points to a radical ontological- political project about ways to understand and operate life.This approach enables us to think about the contributions of artistic processes in cultivating experiences of living, where a more-than-human ethics and ontologies come into play. This work also proposes an account of the artistic potential of agro-political ecology for understanding the milpa as a biocultural practice. Finally, this work engages with Omar Giraldo and Ingrid Toro’s ideas on environmental affectivity (2020); with Steven Feld’s acoustemology (2015), as well as with Mark P. Wright’s reflections (2022) on ecology and field recordings.

    • português

      Neste artigo discutirei um projeto de pesquisa artística situado na Cidade do México, que tem como objetivo promover modos de atenção não antropocêntricos à nossa vida urbana. Este projeto busca inter-relacionar processos de escuta, semeadura e escrita sobre o território, a fim de contrabalançar uma visão meramente extrativista da habitação urbana, pois está fundamentado em um binarismo moderno-colonial de cultura e natureza. Reconhecendo a importância da dimensão estético-afetiva, tanto nas lutas socioambientais quanto nas formas de vida mais do que humanas, mostro como a milpa (um sistema tradicional de cultivo), o documentário sonoro e as caminhadas coletivas podem ser abordados como ferramentas perceptivas e conviviais (Illich, 1975). Essas ferramentas oferecem maneiras de entender e defender a terra, além de uma abordagem dualista, como campo-cidade, tradição-modernidade, humano e não-humano. Dessa forma, a milpa, o documentário e a caminhada coletiva se tornam oportunidades para fomentar poéticas da relacionalidade constitutiva, um termo cunhado por Arturo Escobar (2014), que aponta para um projeto ontológico-político radical sobre maneiras de entender e operar a vida.Essa abordagem nos permite refletir sobre as contribuições dos processos artísticos na construção de experiências de vida, onde uma ética e ontologias mais do que humanas entram em cena. Este trabalho também propõe um relato sobre o potencial artístico da agroecologia política para compreender a milpa como uma prática biocultural. Finalmente, este trabalho se envolve com as ideias de Omar Giraldo e Ingrid Toro sobre afetividade ambiental (2020); com a acustemologia de Steven Feld (2015), bem como com as reflexões de Mark P. Wright (2022) sobre ecologia e gravações de campo.


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