Colombia
Colombia
El presente artículo plantea una discusión sobre el concepto de circulación de las diferentes músicas y las políticas culturales que pueden favorecer ese proceso, a partir de una serie de casos en Colombia. En términos conceptuales, el estudio se distancia de la noción generalizada de circulación como un proceso lineal producto/servicio/consumidor, y propone en su lugar la idea de circulación como formación. Esto se hace a través de una combinación del concepto de musicar propuesto por Christopher Small y la perspectiva ecológica (culturas musicales como ecosistemas) planteada por Schippers y Grant. En términos metodológicos, se emplea un enfoque de análisis documental de un conjunto de políticas, que se contrasta con dos casos empíricos recientes para el suroccidente colombiano. Entre otros puntos, el estudio concluye que sí existe un marco normativo que hace posible que se dé la circulación musical como formación, pero que su implementación requiere un cambio en la comprensión del concepto de circulación.
This article discusses the concept of the circulation of different types of music and the cultural policies that can favor this process, based on a series of cases in Colombia. Conceptually, the study distances itself from the generalized notion of circulation as a linear process product/service/consumer, and instead proposes the idea of circulation as formation. This is done through a combination of the concept of “musicking” proposed by Christopher Small and the ecological perspective (musical cultures as ecosystems) presented by Schippers and Grant. Methodologically, a documentary analysis approach of a set of policies is employed, which is contrasted with two recent empirical cases from southwestern Colombia. Among other points, the study concludes that there is indeed a normative framework that makes musical circulation as formation possible, but its implementation requires a change in the understanding of the concept of circulation.
O presente artigo propõe uma discussão sobre o conceito de circulação das diferentes músicas e as políticas culturais que podem favorecer esse processo, a partir de uma série de casos na Colômbia. Conceitualmente, o estudo se distancia da noção generalizada de circulação como um processo linear produto/serviço/consumidor, e propõe em vez disso a ideia de circulação como formação. Isso é feito através de uma combinação do conceito de “musicar” proposto por Christopher Small e a perspectiva ecológica (culturas musicais como ecossistemas) apresentada por Schippers e Grant. Metodologicamente, é empregada uma abordagem de análise documental de um conjunto de políticas, que é contrastada com dois casos empíricos recentes para o sudoeste colombiano. Entre outros pontos, o estudo conclui que sim, existe um marco normativo que torna possível a circulação musical como formação, mas que sua implementação requer uma mudança na compreensão do conceito de circulação.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados