[1]
;
Ubilla Espinoza, Lorena
[1]
Santiago, Chile
La música fue un componente central en las prácticas culturales de politización de la clase trabajadora organizada en las primeras tres décadas del siglo XX. A partir del estudio de las canciones publicadas en la prensa obrera y su posterior recopilación en cancioneros, este artículo analiza el repertorio cantoral de socialistas-comunistas y anarquistas, dando cuenta de sus similitudes y diferencias. A la par que la poesía y los cuadros teatrales, el canto se posicionó como una de las prácticas más extendidas en los espacios de sociabilidad y en la ocupación crítica del espacio público. En ese sentido, se plantea que la creación e interpretación musical permitió extender las propuestas de una cultura alternativa que apelaba a sentimientos comunes de explotación y utopías de emancipación.
A música foi um componente central nas práticas culturais de politização da classe trabalhadora organizada nas três primeiras décadas do século XX. A partir do estudo de canções publicadas na imprensa operária e da sua posterior compilação em cancioneiros, este artigo analisa o repertório sonoro de socialistas-comunistas e anarquistas, tendo em conta as suas semelhanças e diferenças. Ao lado da poesia e da pintura teatral, o canto posicionou-se como uma das práticas mais difundidas nos espaços de sociabilidade e na ocupação crítica do espaço público. Nesse sentido, propomos que a criação e a performance musicais lhes permitiram ampliar as propostas de uma cultura alternativa que apelasse aos sentimentos comuns de exploração e às utopias de emancipação.
Music was an essential part of the cultural practices which politicized organized working class in the early decades of the 20th century. Through the analysis of the songs published by the working-class press and the songbooks which collected them afterwards, this article delves into the sonic repertoire of socialist- communists and anarchists, presenting differences and similarities. Alongside poetry and drama, song became one of the most extended uses when socializing and critically occupying public spaces. In this sense, we pose that this exercise in composition and performance allowed them to spread proposals of an alternative culture drawing on common feelings of exploitation and emancipation utopias.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados