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Empreendimentos transatlânticos:: crónica de Paulo Mendes da Rocha (e do Brasil) entre os portugueses

    1. [1] Instituto Universitário de Lisboa

      Instituto Universitário de Lisboa

      Socorro, Portugal

  • Localización: RAM: Revista de Arquitecturas Modernas, ISSN-e 2938-690X, Nº. 2, 2025 (Ejemplar dedicado a: El movimiento moderno hoy), págs. 126-155
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Transatlantic ventures:: Account of Paulo Mendes da Rocha (and Brazil) among the Portuguese
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The Portuguese interest in Brazilian modern architecture is a topic on which some authors have lent valuable con-tributions. The presence of modern Brazilian architecture among the Portuguese is best measured through publica-tions, testimonies, and writings of the architects than by the built work. The works carried out by some in the land of the others are few. Those conceived by the Portuguese, influenced by the modern Brazilian architectural culture, are restrained to short periods of interest in the modern in Portugal. On the other hand, modern Brazilian architects were more interested in the roots of colonial architecture. Lucio Costa would seek out these roots, however, among the Portuguese. Regardless of the mutual interest between architects of both countries, reality shows us that they followed different paths, intrinsically linked to social and political, national and international historical events. The account provided in this article establishes a (necessar-ily incomplete) narrative that goes from the 1930s to the projects for the museums of Álvaro Siza in Brazil (Iberê Ca-margo, 1998), and of Paulo Mendes da Rocha in Portugal (Museu Nacional dos Coches, 2007). The second part of the article aims to outline Paulo Mendes da Rocha’s jour-ney within this Portuguese-Brazilian exchange leading to his international prominence. The transition from the 20th to the 21st century brought a renewed focus on modern Brazilian architecture, where discussions center around re-foundation in teaching, research, and the influences that practice aims to incorporate. For both Brazil and Portugal, Mendes da Rocha represents the radical essence and integrity of a modernity that resists completion, exist-ing in the tension between a purely formal interest and a subversively moral one.

    • português

      O interesse português pela arquitetura moderna brasileira é um tema sobre o qual alguns autores têm emprestado valio-so contributo. A presença da arquitetura moderna brasileira entre os portugueses, mede-se mais através das publi-cações, dos testemunhos e dos escritos de arquitectos, do que pela obra feita. As obras realizadas por uns na terra dos outros, são esporádicas. As concebidas pelos portugueses, influenciadas pela cultura arquitectónica moderna brasileira, restringem-se a períodos curtos do exercício do moder-no em Portugal. Por outro lado, os arquitectos modernos brasileiros interessaram-se mais pelas raízes da arquitetura colonial. Lucio Costa procuraria, porém, entre os portugue-ses, essas raízes. Independentemente do interesse mútuo entre os arquitetos de ambos os países, a realidade é que seguiram caminhos diferenciados, com trajectos intrinseca-mente ligados aos acontecimentos históricos (sociais e po-líticos), nacionais e internacionais. O relato que se faz neste artigo estabelece uma narrativa (necessariamente incom-pleta) que vai desde os anos 1930 até aos projetos para os museus de Álvaro Siza no Brasil (Iberê Camargo, 1998), e de Paulo Mendes da Rocha em Portugal (Museu Nacional dos Coches, 2007). A segunda parte do artigo pretende enqua-drar o percurso de Paulo Mendes da Rocha neste trânsito luso-brasileiro, a caminho da sua ascensão internacional. A transição dos séculos XX-XXI trouxe-nos um redescobrir da arquitetura moderna brasileira, em que se ouve falar de re-fundação, seja no ensino, seja na investigação, ou seja ainda nas influências que a prática procurará absorver. Mendes da Rocha representa para o Brasil e para Portugal a radicalidade e a integridade de um moderno que resiste porque não se concretizou, e que se situa no antagonismo entre um inte-resse estritamente formal e outro subversivamente moral.


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