Brasil
O presente artigo recupera a processualidade histórica da incorporação da questão étnico-racial no curso de Serviço Social da Universidade Federal de Ouro Preto desde a sua fundação até 2022. Metodologicamente, trata-se de pesquisa documental, bibliográfica e de campo com abordagem quali-quantitativa, ancorado no materialismo histórico-dialético. Os dados foram organizados a partir da técnica de análise de conteúdo, após aplicação de questionário a docentes, discentes e egressos/as do curso. Os resultados revelam três grandes momentos: 1) a ‘negação’ e/ou inexistência do debate; 2) as primeiras aproximações e a demarcação de sua importância; 3) a legitimação do debate e a aposta no currículo antirracista como pressuposto de uma formação condizente com o projeto ético-político.
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