Hospital, Costa Rica
En las últimas dos décadas (2000-2010), han surgido diversos apelativos verdes que buscan determinar las economías latinoamericanas, cada uno con sus propias expectativas y pretensiones para el uso de la tierra en los territorios rurales, esto en una región aun considerada en vías de desarrollo. Por medio de un estudio documental que abarca 40 informes nacionales de estos países publicados entre 1998 y 2016, se identificaron estas expectativas mediante categorías amplias que facilitan una comprensión operativa de estos apelativos. En particular, se ha observado que los enfoques de Green Growth y Low Carbon Development presentan un mayor nivel de especificidad, concreción y coherencia con las definiciones estandarizadas por las organizaciones que los promueven. En cambio, los conceptos de Economics of Sustainable Development y Green Economy, a pesar de ser más longevos, muestran falta de concreción y una relación más ambigua entre las aspiraciones plasmadas en los informes revisados y las definiciones propuestas por sus respectivas organizaciones promotoras.
Over the past two decades (2000–2010), various green labels have emerged to shape Latin American economies, each carrying its own expectations and ambitions regarding land use in rural areas of a region still considered to be in development. A documentary analysis of 40 national reports from LAC countries, produced between 1998 and 2016, identified these expectations and classified them into broad categories that enable an operational understanding of the labels. Notably, the Green Growth and Low Carbon Development approaches display a greater degree of specificity, concreteness, and alignment with the standardized definitions provided by the organizations that promote them. In contrast, despite having a longer history, the concepts of Economics of Sustainable Development and Green Economy show a lack of concreteness and a more ambiguous connection between the aspirations expressed in the reports and the definitions proposed by their respective promoters.
Nas últimas duas décadas (2000-2010), surgiram diversos nomes verdes aplicados às economias latino-americanas, cada um com suas expectativas e pretensões para o uso da terra em territórios rurais, isto em uma região ainda considerada em processo de desenvolvimento. Através de um estudo documental que abrange 40 relatórios nacionais du Países da América Latina desenvolvidos entre 1998 e 2016, essas expectativas foram identificadas por meio de categorias amplas que facilitam a compreensão operacional desses rótulos. Em particular, observou-se que as abordagens de Crescimento Verde e Desenvolvimento de Baixo Carbono apresentam um maior nível de especificidade e coerência com as definições padronizadas pelas organizações que as promovem. Por outro lado, os conceitos de Economia do Desenvolvimento Sustentável e de Economia Verde, apesar de mais longevos, apresentam uma relação mais ambígua e pouco concreta entre as aspirações expressas nos relatórios revistos e as definições propostas pelas respetivas organizações promotoras.
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