Argentina
El artículo sintetiza el modo en que la región América latina ha gestionado epidemias desde la colonización hasta la actualidad, señalando sus principales impactos sanitarios y sociales. En particular, se analizará el rol de los confinamientos como medida sanitaria, su uso como disciplinamiento de grupos que cuestionan al poder de turno, como forma de invasión a la vida cotidiana o como sustitutos de intervenciones más onerosas. Se analiza además la capacidad y obstáculos actuales de los países latinoamericanos para complementar esa intervención no farmacológica con instrumentos disponibles en el siglo XXI, desde el trabajo remoto hasta redistribución de recursos dinerarios. La metodología se basa en análisis de fuentes secundarias, tanto documentales como bases de datos que permitan identificar asociaciones significativas para apoyar la hipótesis. La exposición ilustra que, en la etapa de desarrollo actual, las limitaciones centrales para contener y controlar las epidemias no son tecnológicas, sino políticas.
This article summarizes how the Latin American region has addressed epidemics from the colonial period to the present, highlighting their main health and social impacts. It focuses particularly on the role of lockdowns as a public health measure, examining their use as tools for disciplining groups that challenge those in power, as intrusions into everyday life, or as substitutes for more costly interventions. The study also explores the current capacities and limitations of Latin American countries to complement such non-pharmaceutical interventions with 21st-century instruments, ranging from remote work policies to the redistribution of financial resources. The methodology is based on secondary source analysis, including documentary materials and databases that allow for identifying significant associations in support of the hypothesis. The findings illustrate that, in the current stage of development, the main barriers to epidemic containment and control in the region are not technological but political.
O artigo sintetiza a forma como a região da América Latina tem enfrentado epidemias desde o período colonial até os dias atuais, destacando seus principais impactos sanitários e sociais. Analisa-se especialmente o papel dos confinamentos como medida de saúde pública, seja como instrumento de controle sobre grupos que contestam o poder vigente, como forma de invasão da vida cotidiana ou como substituto de intervenções mais custosas. Também se examina a capacidade atual dos países latino-americanos de complementar tais intervenções não farmacológicas com instrumentos disponíveis no século XXI, desde o trabalho remoto até a redistribuição de recursos financeiros. A metodologia baseia-se na análise de fontes secundárias, incluindo documentos e bases de dados que permitam identificar associações significativas para sustentar a hipótese. A exposição demonstra que, na fase atual de desenvolvimento, os principais limites para conter e controlar epidemias não são tecnológicos, mas políticos.
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