El artículo analiza el modelo colombiano de Estado social de derecho, mostrando cómo, en ausencia de un régimen institucional robusto de bienestar, se ha judicializado de forma fragmentaria y simbólica el acceso a derechos sociales. A partir de los modelos de Esping-Andersen, se argumenta que Colombia opera bajo una lógica residual, en la que la justicia actúa como proveedor subsidiario del salario social. Se propone un nuevo pacto social basado en la solidaridad, la universalidad y la corresponsabilidad entre Estado, mercado y familia.
This article examines Colombia’s model of the social rule of law, arguing that in the absence of a strong welfare regime, access to social rights has become fragmented and symbolic through judicialization. Drawing on Esping-Andersen’s models, it shows that Colombia follows a residual logic, with the judiciary acting as a subsidiary provider of the social wage. A new social pact grounded in solidarity, universality, and shared responsibility among State, market, and family is proposed.
O artigo examina o modelo colombiano de Estado social de direito e argu-menta que, na ausência de um regime de bem-estar consolidado, os direitos sociais são judicializados de forma fragmentária e simbólica. Com base nos modelos de Esping-Andersen, mostra-se que a Colômbia segue uma lógica residual, na qual o Judiciário atua como provedor subsidiário do salário social. Propõe-se um novo pacto social baseado na solidariedade, universalidade e corresponsabilidade entre Estado, mercado e família.
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