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Gesso no sistema de produção de milho e sorgo consorciado com Urochloa brizantha cv. Marandu

    1. [1] Universidade Federal do Triângulo Mineiro

      Universidade Federal do Triângulo Mineiro

      Brasil

    2. [2] Centro de Energia Nuclear na Agricultura. Piracicaba. Brasil
  • Localización: Ciencia rural, ISSN 0103-8478, Vol. 55, Nº. 9, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Gypsum in maize and sorghum production systems intercropped with Urochloa brizantha cv. Marandu
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This study verified the effect of gypsum doses on the production system of maize and sorghum intercropped with Urochloabrizantha cv. marandu. The study was carried out in Iturama, MG (Red Latosol; 22% clay) in the 2019/20 and 2020/21 crops in the system “summer” maize – “second crop” sorghum silage – “summer” maize, using doses of gypsum (0, 550, 1,100 and 2,200 kg ha-1), cultivation of maize and sorghum alone or intercropped with Brachiaria, in a 4×2 factorial with 4 replications in randomized blocks. The gypsum application was topdressed, without incorporation, before the maize sowing (2019/20). Brachiariawas manually sown in furrows between maize and sorghum rows with 6 kg ha-1 of pure viable seeds. The forage dry mass at the point of silage of maize and sorghum, the dry mass of the aerial part of maize and sorghum, and the components of production and grain yield of maize were evaluated. The intercropping with Brachiaria promoted a greater dry mass of forage, but a lower dry mass of aerial part of maize and sorghum and a lower grain yield of maize (2020/21). Gypsum promoted higher forage dry mass up to a dose of 1,310 kg ha-1 (2020/21), and linear increases when intercropped with sorghum. However, the dry mass of the maize area (2020/21) decreased. The increase in the doses of gypsum promoted more rows of grains per ear, but it did not change the grain yield of maize

    • português

      O objetivo deste trabalho foi verificar o efeito de doses de gesso no sistema de produção de milho e sorgo consorciados com braquiária (Urochloabrizantha cv. Marandu). O estudo foi conduzido em Iturama, MG (Latossolo Vermelho; 22% de argila) nas safras 2019/20 e 2020/21 no sistema milho “verão” - sorgo silagem “safrinha” - “milho verão”, utilizando doses de gesso (0, 550, 1.100 e 2.200 kg ha-1), cultivo do milho e sorgo solteiros ou consorciados com braquiária, em fatorial 4×2 com quatro repetições em blocos ao acaso. A gessagem foi realizada à lanço, sem incorporação, às vésperas da semeadura do milho (2019/20). A semeadura da braquiária foi realizada manualmente em sulcos nas entrelinhas do milho e sorgo com 6 kg ha-1 de sementes puras viáveis. Foram avaliadas a massa seca de forragem no ponto de silagem do milho e sorgo, a massa seca de parte aérea de milho e sorgo e os componentes de produção e produtividade de grãos do milho. A consorciação com braquiária promoveu maior massa seca de forragem, mas menor massa seca de parte aérea do milho e sorgo e menor produtividade de grãos do milho (2020/21). A gessagem promoveu maior massa seca de forrageira até a dose de 1.310 kg ha-1 (2020/21) e acréscimos lineares quando em consórcio com sorgo. Porém, a massa seca de parte área do milho (2020/21) diminuiu. O aumento nas doses de gesso promoveu maior número de fileiras de grãos por espiga, mas não alterou a produtividade de grãos do milho


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