La obesidad ha sido vista como el mal del siglo, afectando a miles de personas anualmente, y asociado a este hecho, también se ha incrementado el consumo de medicamentos para adelgazar, con el objetivo de acelerar el proceso de pérdida de peso, sin tomar en cuenta sus efectos adversos. El objetivo de esta investigación fue caracterizar el perfil de los estudiantes universitarios que hacen mal uso de medicamentos contra la obesidad, destacando también los principales peligros de esta práctica. Se trata de una revisión integradora de carácter exploratorio y descriptivo, realizada entre los meses de septiembre y noviembre de 2024, en las bases de datos BVS, PUBMED y Scielo. Los resultados mostraron que un porcentaje importante de académicos de universidades públicas y privadas, especialmente mujeres (8/100%) con una edad promedio de 21 años (5/62%), se matriculan en carrerasdel área de Ciencias de la Salud, destacando curso de Enfermería (5/62%), ingresados utilizando medicamentos contra la obesidad sin prescripción médica (8/100%), principalmente sibutramina (6/75%), orlistat (5/62%) y fenproporex. (3/37%), recomendado por terceros (amigos y familiares) (7/87%). Los principales riesgos asociados a esta automedicación fueron la intensificación de los efectos secundarios, tales como: Irritabilidad/agresividad (5/62%) e insomnio (4/40%). En este sentido, el papel del farmacéutico se vuelve fundamental para minimizar el uso abusivo de estos fármacos, informando a los pacientes en el momento de la adquisición de medicamentos sobre los riesgos y beneficios asociados al uso de medicamentos para adelgazar.
Obesity has been seen as the evil of the century, affecting thousands of people annually. Associated with this fact, there has also been anincrease in the consumption of weight-loss drugs, in order to accelerate the weight loss process, without taking into account their adverse effects. The objective of this research was to characterize the profile of university students who misuse anti-obesity medications, also highlighting the main dangers of this practice. This is an integrative review with an exploratory and descriptive character, carried out between September and November 2024, in the BVS, PUBMED and Scielo databases. The results showed that a significant percentage of students from public and private universities, especially women (8/100%) with an average age of 21 years (5/62%), enrolled in courses in the area of Health Sciences, especially Nursing (5/62%), admitted to using anti-obesity medications without a prescription (8/100%), mainly sibutramine (6/75%), orlistat (5/62%) and femproporex (3/37%), recommended by third parties (friends and family) (7/87%). The main risks associated with this self-medication were the intensification of side effects, such as: Irritability/aggressiveness (5/62%) and insomnia (4/40%). In this sense, the role of the pharmacist becomes essential to minimize the abusive use of these drugs, warning patients at the time of purchasing medication about the risks and benefits associated with the use of weight loss medications.
A obesidade tem sido vista como o mal do século, afetando milhares de pessoas anualmente, e associado a esse fato, houve também o aumento do consumo de drogas emagrecedoras, no intuito de acelerar o processo de perda de peso, sem levar em consideração seusefeitos adversos. O objetivo dessa pesquisa foi caracterizar o perfil dos estudantes universitários que fazem uso indevido de medicamentos antiobesidade, destacando ainda os principais perigos dessa prática. Trata-se de uma revisão integrativa com caráterexploratório e descritivo, realizada entre os meses de setembro e novembro de 2024, nas bases de dados BVS, PUBMED e Scielo. Os resultados mostraram que um percentual significativo de acadêmicos de universidades públicas e privadas, especialmente mulheres(8/100%) com faixa etária média de 21 anos (5/62%), matriculados em cursos da área de Ciências da Saúde, destacando-se o curso de Enfermagem (5/62%), admitiram fazer uso de medicamentos antiobesidade sem prescrição médica (8/100%), principalmente sibutramina (6/75%), orlistate (5/62%) e femproporex (3/37%), por indicação de terceiros (amigos e familiares) (7/87%). Os principais riscos associados a essa automedicação, foram as intensificações dos efeitos colaterais, tais como: a Irritabilidade/agressividade(5/62%) e insônia (4/40%). Nesse sentido, a atuação do farmacêutico torna-se imprescindível para minimizar o uso abusivo dessas drogas, prevenindo os pacientes no ato da aquisição medicamentosa, sobre os riscos e benefícios associados ao uso dos medicamentos emagrecedores.
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