El artículo investiga elracismo estructural y los fundamentos epistémicos para superarlo e implementar el principio de igualdad. Guiada por una metodología dialéctica, la investigación bibliográfica y cualitativa explora las contradicciones del fenómeno del racismo, sus matriceseurocéntricas y la ausencia de un campo teórico-jurídico consolidado en el derecho brasileño. Inicialmente, se investiga la construcción de la idea de raza no como un elementoontológico (esencialista), sino como paradigmas axiológico-culturales y político-económicos directamente vinculados a circunstancias históricas responsables de la escisión de los seres humanos. Se profundizó la noción de racismo estructural, como sistema de racionalidad, y su relación con la interseccionalidad, el análisis del racismo desde una perspectiva de género, clase y raza. A continuación, se analiza la Teoría Crítica de la Raza, la antidiscriminación y la antisubordinación como soporte jurídico dirigido a la emancipación racial para superar las experiencias de sometimiento, invisibilidad y vulnerabilidad de la población negra. Al final, parece que la Teoría Crítica de la Raza, todavía formulada en el contexto americano, pero basada en similitudes históricas y en la experiencia de racialización, puede cooperar para que las nociones de raza y racismo sean introducidas con mayor profundidad en el discurso jurídico brasileño. sistema.
O artigo investiga o racismo estrutural e os fundamentos epistêmicos para sua superação e concretização do princípio da igualdade. Orientado pela metodologia dialética, a pesquisa bibliográfica e qualitativa, explora as contradições do fenômeno do racismo, suas matrizes eurocentradas e ausência de um campo teórico-jurídico consolidado no direito brasileiro. A princípio, investiga-se a construção da ideia de raça não como um elementoontológico (essencialista), mas como paradigmas axiológico-culturais e político-econômicos diretamente vinculado a circunstâncias históricas responsáveis pela clivagem e de seres humanos. Aprofundou-se a noção do racismo estrutural, como sistema de racionalidade, e sua relação com a interseccionalidade, a análise do racismo pelo viés de gênero, classe e raça. Em seguida, analisam-se a Teoria Crítica da Raça, da antidiscriminação e da antissubordinação como suporte jurídico voltado para emancipação racial para superar as experiências de sujeição, invisibilidade e vulnerabilização da população negra. Ao final, depreende-se que a Teoria Crítica da Raça, ainda de formulada no âmbito estadunidense, mas a partir das similitudes históricas e da experiência da racialização, pode cooperar para que as noções de raça e racismo sejam introduzidas de maneira mais aprofundada no discurso jurídico brasileiro.
The article investigates structural racism and the epistemic foundations for overcoming it and making the principle of equality a reality. Guided by dialectical methodology, the bibliographical and qualitative research explores the contradictions of the phenomenon of racism, its Eurocentric matrices and the absence of a consolidated theoretical-legal field of race in Brazilian law. At first, it investigates the construction of the idea of race not as an ontological (essentialist) element, but as axiological-cultural and political-economic paradigms directly associatedto the historical circumstances responsible for the cleavage of human beings. The notion of structural racism, as a system of rationality, and its relationship with intersectionality, the analysis of racism through the lens of gender, class and race, are explored in greater depth. Next, the Critical Theory of Race, anti-discrimination and anti-subordination are analyzed as legal support aimed at racial emancipation to overcome the experiences of subjection, invisibility and vulnerability of the black population. In the end, it appears that Critical Race Theory, although formulated in the United States, but based on historical similarities and the experience of racialization, can help to introduce the notions of race and racism more deeply into Brazilian legal discourse.
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