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Desinformação e vilanização: as fake news para públicos religiosos nas eleições brasileiras de 2022*

    1. [1] Centro Universitário Adventista de São Paulo

      Centro Universitário Adventista de São Paulo

      Brasil

    2. [2] Universidade do Estado de Minas Gerais

      Universidade do Estado de Minas Gerais

      Brasil

    3. [3] Tribunal de Justiça de Minas Gerais
  • Localización: Estudos em Comunicação, ISSN-e 1646-4974, Nº. 38, Vol. 1, 2024 (Ejemplar dedicado a: Dialogues and Polarization: (Im)probable communication in the mediated public sphere), págs. 86-101
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Misinformation and villainization: fake news targeting religious audiences in the brazilian elections of 2022
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This text presents the results of an investigation into fake news specifically tailored for religious audiences in the context of the Brazilian presidential elections of 2022. Drawing upon contem-porary theoretical discussions on misinformation (Wardle & Derakhshan, 2017; Bennet & Livingston, 2018; Correia, 2019; Gomes & Dourado, 2019), materials identified as false by the Be-reia Collective and Agência Lupa during the electoral period, fo-cusing on topics sensitive to religious audiences, were selected. These publications were analyzed using three pre-established categories: villain, victim, and hero. The study aimed to identify predominant themes and those most adversely affected by the fake news. The results indicate a prevalence of content harmful to left-wing sectors, consequently favoring former President Jair Bolsonaro. Additionally, it was observed that the “villain” cate-gory significantly outnumbered the “hero” category, reinforcing the presence of a political disqualification process, leading us to propose villainization as a potential characteristic of fake news

    • português

      O texto apresenta resultados de uma investigação sobre fake news sensíveis a públicos religiosos no contexto das eleições presiden-ciais brasileiras de 2022. Tendo por referência a discussão teó-rica sobre desinformação (Wardle & Derakhshan, 2017; Bennett & Livingston, 2018; Correia, 2019; Gomes & Dourado, 2019) na atualidade, foram selecionados materiais identificados como fal-sos pelo Coletivo Bereia e pela Agência Lupa no período eleitoral que traziam pautas sensíveis a públicos religiosos. Tais publica-ções foram analisadas a partir de três categorias previamente es-tabelecidas: vilão, vítima e herói. Procurou-se identificar também os temas predominantes e quem seriam os mais prejudicados. Os resultados apontam uma predominância de conteúdos prejudi-ciais à setores da esquerda e, consequentemente, favoráveis ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, observou-se que a ca-tegoria “vilão” esteve presente em número significativamente su-perior aos da de herói, o que reforça a existência de um processo de desqualificação da política, levando-nos a propor a vilanização como potencial característica das fake news.


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