El derecho al acceso a la salud por parte de las personas lgbtttiqa+ se encuentra condicionado a una serie de factores que no solo implican el ámbito de lo legal, sino que también se encuentra asociado con otros factores, como los culturales y sociales, lo que significa que cada caso debe ser complejizado y no ser reducido de ninguna forma, dado que sería contraproducente para las propias vidas lgbtttiqa+. Esto último responde a una perspectiva bioética social que no sujeta su comprensión de los hechos a partir de las solas decisiones personales, sino que toma en cuenta las distintas estructuras para formular un análisis más amplio. Partiendo de esta perspectiva, se reflexiona en torno a lo que implicaría una autonomía relacional y a la justicia, y debido a que se emplea como metodología una posición etnográfica y crítica de género esta se convierte en una oportunidad para escribir en primera persona.
The right to health access for lgbtttiqa+ individuals is conditioned by a series of factors that not only involve the legal sphere but are also associated with cultural and social factors. This means that each case must be complexified and not reduced in any way, as doing so would be counterproductive to the lives of lgbtttiqa+ individuals. This approach responds to a social bioethical perspective that does not limit its understanding of facts to personal decisions alone but considers various structures to formulate a broader analysis. From this perspective, reflections are made on what relational autonomy and justice would entail. The use of an ethnographic methodology and a critical gender perspective offers an opportunity to write in the first person.
O direito ao acesso à saúde por parte das pessoas lgbtqia+ se encontra condicionado a uma série de fatores que não apenas implicam o âmbito legal, mas também se encontra associado com outros fatores, como os culturais e sociais, o que significa que cada caso deve ser complexificado e não ser reduzido de nenhuma forma, dado que seria contraproducente para as próprias vidas lgbtqia+. Isto diz respeito a uma perspectiva bioética social que não submete sua compreensão dos fatos a partir das simples decisões pessoais, mas que leva em consideração as distintas estruturas para formular uma análise mais ampla. Partindo desta perspectiva, se reflete em torno d que diz respeito a uma autonomia relacional e à justiça. Devido ao uso de uma metodologia com uma posição etnográfica e crítica de gênero, ela se converte em uma oportunidade para escrever em primeira pessoa.
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