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Decolonial Critical Bioethics and Access to Treatment for Hemophilia in the Americas

  • Autores: Claudio Lorenzo, Thiago Rocha da Cunha, Mariana Sayago, Max Sarmet
  • Localización: Revista Latinoamericana de Bioética, ISSN-e 1657-4702, Vol. 24, Nº. 2, 2024
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Bioética crítica decolonial e acesso ao tratamento da hemofilia na América
    • Decolonial critical bioethics and access to treatment for hemophilia in the Americas
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Over the past two decades, the integration of sociology with the analytical and normative practices of bioethics has become firmly established. This integration has given rise to two similar yet distinct conceptions of bioethics: empirical bioethics, which utilizes social sciences to enhance ethical scrutiny, and critical bioethics, which not only employs research methods but also draws from established social theories. Critical bioethics aims to overcome the decontextualized analyses inherent in the concept of applied ethics, which relies solely on moral philosophy. This epistemic deepening enables a comprehensible evaluation of the impacts of biotechnologies’ production and distribution within their social and global contexts, ultimately leading to more robust normative frameworks. This article presents the conceptual framework of a model of critical bioethics that we term “decolonial”, developed through the synthesis of the Frankfurt School and decolonial studies. To illustrate the relevance of its analytical parameters, we will examine to clotting factor concentrates in countries across the Americas.

    • português

      Nas últimas duas décadas, a integração da sociologia com as práticas analíticas e normativas da bioética tem se consolidado. Esta integração resultou em duas concepções semelhantes, mas distintas, de bioética: a bioética empírica, que busca unicamente o uso das ciências sociais para reforçar o escrutínio ético, e a bioética crítica, que propõe, além do uso de métodos de pesquisa, uma fundamentação em teorias sociais consolidadas, que busca superar as análises descontextualizadas inerentes ao conceito de ética aplicada, baseado unicamente na filosofia moral. Este aprofundamento epistemológico permitiria avaliar os impactos da produção e distribuição das biotecnologias em sua dimensão social e global, favorecendo uma melhor elaboração normativa. Este artigo apresentao marco teórico conceitual do modelo de bioética crítica, que chamamos “decolonial”, construído a partir da articulação entre a teoria crítica da Escola de Frankfurt e os “estudos decoloniais”. Para demonstrar a relevância de seus parâmetros analíticos, examinaremos o panorama do acesso ao concentrado de fator de coagulação nos países das Américas.


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