Brasil
El trabajo analiza las transformaciones cualitativas y cuantitativas de la producción económica, destacando cómo la Revolución Industrial y el consumismo posterior a la Segunda Guerra Mundial impulsaron el crecimiento económico y la degradación ambiental. Se critica el Producto Interno Bruto (PIB) como una medida inadecuada del desarrollo, ya que ignora los aspectos socioambientales y promueve una visión distorsionada del progreso. Se exploran alternativas como el Índice de Desarrollo Humano (IDH), la Felicidad Interna Bruta (FIB) y el Índice de Progreso Social (IPS), señalando sus ventajas y limitaciones. El IDH, aunque innovador, sigue vinculado al ingreso; la FIB propone la felicidad como medida, pero enfrenta desafíos metodológicos; y el IPS ofrece un enfoque más completo al integrar necesidades básicas y calidad de vida. El texto también presenta el concepto de "decrecimiento", defendido por autores como Serge Latouche, que busca romper con la lógica del crecimiento ilimitado y priorizar la sostenibilidad y el bienestar humano. La crítica central es la necesidad de repensar el modelo económico vigente, priorizando la vida y el medio ambiente por encima de la maximización de la producción.
The paper analyzes the qualitative and quantitative transformations of economic production, highlighting how the Industrial Revolution and post-World War II consumerism boosted economic growth and environmental degradation. It criticizes the Gross Domestic Product (GDP) as an inadequate measure of development, as it ignores socio-environmental aspects and promotes a distorted view of progress. Alternatives such as the Human Development Index (HDI), Gross National Happiness (GNH), and Social Progress Index (SPI) are explored, emphasizing their advantages and limitations. The HDI, although innovative, remains linked to income; the GNH proposes happiness as a measure but faces methodological challenges; and the SPI offers a more comprehensive approach by integrating basic needs and quality of life. The paper also presents the concept of "degrowth," advocated by authors like Serge Latouche, aiming to break with the logic of unlimited growth and prioritize sustainability and human well-being. The central critique is the need to rethink the current economic model, placing life and the environment above the maximization of production.
Este artigo analisa as transformações qualitativas e quantitativas da produção econômica, evidenciando como a Revolução Industrial e o consumismo pós-Segunda Guerra Mundial impulsionaram o crescimento econômico e a degradação ambiental. Critica-se o Produto Interno Bruto (PIB) como medida inadequada de desenvolvimento, uma vez que ignora aspectos socioambientais e promove uma visão distorcida de progresso. Alternativas como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Felicidade Interna Bruta (FIB) e Índice de Progresso Social (IPS) são exploradas, destacando suas vantagens e limitações. O IDH, apesar de inovador, ainda está atrelado à renda; o FIB, por outro lado, propõe a felicidade como medida, mas enfrenta dificuldades metodológicas; e o IPS oferece uma abordagem mais completa ao integrar necessidades básicas e qualidade de vida. O artigo propõe, ainda, o conceito de “decrescimento”, defendido por autores como Serge Latouche, que visa romper com a lógica do crescimento ilimitado e priorizar a sustentabilidade e o bem-estar humano. A crítica central é a necessidade de repensar o modelo econômico vigente, priorizando a vida e o meio ambiente sobre a maximização da produção.
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