Brasil
Este artículo buscó analizar la aplicación del Protocolo de Juzgamiento con Perspectiva de Género, establecido por el Consejo Nacional de Justicia (CNJ) en 2021, en una sociedad que ha silenciado a tantas mujeres y su relación con los principios de imparcialidad e igualdad entre las partes en el ámbito procesal. Así, a través de una revisión bibliográfica descriptivo-analítica con enfoque cualitativo sobre el protocolo en cuestión y materiales que abordan el tema, el artículo también buscó demostrar la necesidad de que los magistrados utilicen el protocolo en cuestión en casos concretos, así como desprenderse de los pensamientos sexistas y discriminatorios arraigados en la sociedad brasileña. De esta forma, será posible alcanzar una justicia igualitaria con decisiones justas que tengan en cuenta las diferencias de género para no causar un trato perjudicial como consecuencia de tales diferencias, sin por ello influir en los principios rectores del proceso civil brasileño.
The present article sought to analyze the application of the Protocol for Judging with a Gender Perspective, instituted by the National Council of Justice (CNJ) in 2021, in a society that has silenced so many women and its relationship with the principles of impartiality and equality between the parties in the procedural context. Thus, through a descriptive-analytical literature review with a qualitative focus on the protocol in question and materials that address the theme, the article also aimed to demonstrate the necessity for the judge to use the protocol in concrete cases, as well as to detach from the sexist and discriminatory thoughts rooted in Brazilian society. In this way, it will be possible to achieve equal justice with truly fair decisions that take into account gender differences in order not to cause harmful treatment arising from such differences without, however, influencing the guiding principles of the Brazilian civil process.
O presente artigo buscou analisar a aplicação do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2021, em uma sociedade que silenciou tantas mulheres e sua relação com os princípios da imparcialidade e igualdade entre as partes no âmbito processual. Assim, através de uma revisão de literatura bibliográfica do tipo descritiva-analítica com enfoque qualitativo do protocolo em questão e de materiais que abordam a temática o artigo buscou ainda demonstrar a necessidade do(a) magistrado(a) utilizar o protocolo em questão nos casos concretos, bem como se desprender dos pensamentos machistas e discriminatórios enraizados na sociedade brasileira. Desse modo, será possível alcançar uma justiça igualitária com decisões de fato justas que levam em consideração as diferenças de gênero a fim de não acarretar um tratamento prejudicial decorrente de tais diferenças sem, contudo, influenciar os princípios norteadores do processo civil brasileiro.
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