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Compreensão docente sobre imaginar e criar: Reflexões à luz de Vigotski e do círculo de Bakhtin

    1. [1] Universidade Federal de São Paulo

      Universidade Federal de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Prometeica, ISSN-e 1852-9488, Nº. 30, 2024 (Ejemplar dedicado a: Prometeica - v 30 (07/2024 - 11/2024)), págs. 176-190
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • La comprensión de los profesores sobre imaginar y crear: Reflexiones a la luz de Vygotsky y del círculo de Bakhtin
    • Teachers' understanding of imagining and creating: Reflections in the light of Vygotsky and Bakhtin's circle
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este trabajo examina la comprensión de un grupo de profesores sobre la imaginación y la creación en sus actividades pedagógicas. Los tres conceptos básicos -imaginación, creación y comprensión- se estudian a la luz de la Teoría Histórico-Cultural, con énfasis en Vygotsky, Volóshinov y Bajtin. La investigación se llevó a cabo en una de las escuelas que forman parte de un proyecto de colaboración con la universidad. El análisis de un círculo de conversación mediado por la relación diálogo-entendimiento,  empleado como unidad de análisis para dilucidar el colectivo docente como constructo de significados compartidos. Este constructo expresa la cultura y la ideología de los profesores y de la escuela en la que trabajan.  En el cotidiano, los profesores realizan actividades imaginativas y creativas que les permiten moverse temporal y espacialmente a través de experiencias históricas y ajenas. Estas experiencias proceden de sus vidas personales y profesionales, moldeadas por las relaciones e interacciones con sus alumnos. Esta dinámica les impulsa a actuar y a resistir a la reproducción de las prácticas existentes, motivándoles a apropiarse de su trabajo. Postulamos que los profesores tratan de integrar la imaginación en sus actividades docentes, y crean un espacio para la esperanza y la resistencia!

    • English

      This paper examines the understanding of a group of teachers about imagination and creation in their pedagogical activities. The three basic concepts — imagination, creation, and understanding— are studied in the light of Historical-Cultural Theory, with an emphasis on Vygotsky, Volóshinov, and Bakhtin. The research was conducted in one of the schools that are part of a collaborative partnership project with the university. The analysis of a conversation circle, mediated by the dialog-understanding relationship, was employed as the unit of analysis to elucidate the teaching collective as a construct resulting from shared meanings. This construct expresses the culture and ideology of the teachers and the school in which they work.  In their daily lives, teachers engage in imaginative and creative activities that allow them to move temporally and spatially through historical and other people's experiences. These experiences are drawn from their personal and professional lives, which are shaped by their relationships and interactions with their students. This dynamic drives them to act and resist the reproduction of existing practices, motivating them to take ownership of their work. We posit that teachers seek to integrate imagination into their teaching activities, aiming to create a space for hope and resistance!

    • português

      Neste trabalho, pautamos a compreensão de um grupo de professoras acerca da imaginação e criação em suas atividades pedagógicas. Os três conceitos basilares do estudo – imaginação, criação e compreensão – são estudados à luz da Teoria Histórico-Cultural, com ênfase em Vigotski, Volóshinov e Bakhtin. A pesquisa foi realizada em uma das escolas que integram um projeto de parceria colaborativa entre universidade e escola. A análise de uma roda de conversa, mediada pela relação diálogo-compreensão, assumida como unidade de análise, permitiu compreender o coletivo docente como um constructo resultante de significações compartilhadas. Tal constructo pronuncia a cultura e a ideologia daquelas professoras e da escola na qual trabalham.  Em seu cotidiano, imaginação e criação traduzem-se no deslocar-se temporalmente e espacialmente pela via da experiência história e alheia; advém de suas experiências pessoais e profissionais, cuja força motriz situa-se na relação e convivência com seus estudantes; essa força motriz  gesta o poder de agir e o de resistir à atividade reprodutiva e as impele à autoria sobre seu trabalho. Supomos que há a busca por um lugar para a imaginação em suas atividades pedagógicas - um lugar de esperança e de resistência!


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