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Epistemología, sufrimiento humano y psicoterapia: Análisis de los mediadores epistémicos del psicoterapeuta

    1. [1] Universidad Autónoma de Chile

      Universidad Autónoma de Chile

      Temuco, Chile

  • Localización: Prometeica, ISSN-e 1852-9488, Nº. 30, 2024 (Ejemplar dedicado a: Prometeica - v 30 (07/2024 - 11/2024)), págs. 92-110
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Epistemologia, sofrimento humano e psicoterapia: Análise dos mediadores epistêmicos do psicoterapeuta
    • Epistemology, human suffering, and psychotherapy: Analysis of the epistemic mediators of the psychotherapist
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El sufrimiento humano es un fenómeno complejo y multidimensional de especial interés para la psicoterapia. Los psicoterapeutas despliegan diversos procesos de carácter epistemológico que actúan como mediadores a la hora de comprender el sufrimiento humano que aqueja a sus consultantes. Sin embargo, estos asuntos son escasamente considerados por los psicoterapeutas y raramente abordados en la literatura especializada. En tal sentido, y buscando responder a este problema, este artículo teórico se propone analizar los mediadores epistémicos del psicoterapeuta que inciden en el proceso de conocimiento del sufrimiento humano del consultante. Se analizarán tres mediadores: 1) el marco epistémico general (corriente psicoterapéutica de adscripción), 2) el marco epistémico específico (epistemología personal del terapeuta) y 3) la epistemología hegemónica (positivismo) junto a su rol en la psicopatologización de la vida, la objetivación del sufrimiento y la salud mental. Se concluye que el sufrimiento humano es un fenómeno en constante construcción dependiente de los mediadores epistémicos del psicoterapeuta, impactando en diversos ámbitos de la praxis clínica. Finalmente, se presentan las limitaciones, implicancias y aportes de los asuntos tratados a la disciplina.

    • português

      O sofrimento humano é um fenômeno complexo e multidimensional de especial interesse para a psicoterapia. Os psicoterapeutas utilizam diversos processos epistemológicos que atuam como mediadores na compreensão do sofrimento humano que aflige seus clientes. No entanto, essas questões são pouco consideradas pelos psicoterapeutas e raramente abordadas na literatura especializada. Nesse sentido, e procurando responder a esse problema, este artigo teórico tem como objetivo analisar os mediadores epistêmicos do psicoterapeuta que afetam o processo de conhecimento do sofrimento humano do cliente. Três mediadores serão analisados: 1) o quadro epistêmico geral (abordagem psicoterapêutica de atribuição), 2) o quadro epistêmico específico (epistemologia pessoal do terapeuta) e 3) a epistemologia hegemônica (positivismo) juntamente com seu papel na psicopatologização da vida, a objetivação do sofrimento e da saúde mental. Conclui-se que o sofrimento humano é um fenômeno de construção constante dependente dos mediadores epistêmicos do psicoterapeuta, impactando diversas áreas da práxis. Por fim, são apresentadas as limitações, implicações e contribuições dos temas discutidos na disciplina.

    • English

      Human suffering is a complex and multidimensional phenomenon of special interest for psychotherapy. Psychotherapists deploy various epistemological processes that act as mediators when understanding the human suffering afflicts their clients. However, these issues are scarcely considered by psychotherapists and are rarely addressed in specialized literature. In this sense, and seeking to respond to this problem, this theoretical article aims to analyze the epistemic mediators of the psychotherapist that affect the process of knowledge of the client's human suffering. Three mediators will be analyzed: 1) the general epistemic framework (psychotherapeutic approach of ascription), 2) the specific epistemic framework (personal epistemology of the therapist), and 3) the hegemonic epistemology (positivism) together with its role in the psychopathologization of life, the objectification of suffering and mental health. It is concluded that human suffering is a constant construction phenomenon dependent on the psychotherapist's epistemic mediators, impacting various areas of praxis. Finally, the limitations, implications, and contributions of the issues discussed in the discipline are presented.


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