Este estudo visa refletir sobre a operacionalização da Política Saúde do Homem no cotidiano do trabalho na atenção primária à saúde, especificamente na Estratégia Saúde da Família, e discorre sobre as barreiras apontadas pelo Ministério da Saúde como limitantes da participação dos homens na atenção primária, que são a organização dos serviços e a socialização masculina. O distanciamento dos homens dos serviços da atenção primária à saúde é um dos desafios enfrentado por equipes da Estratégia Saúde da Família ao atuarem na prevenção e promoção da saúde do homem. É necessário adotar medidas que sensibilizem esse segmento populacional para reversão da atenção secundária e terciária como porta de entrada no Sistema Único de Saúde. Aponta-se o envolvimento da população masculina no planejamento da oferta da atenção à saúde como meio para adesão do homem à s ações de Promoção da Saúde.
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