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Comparação dos ganhos profissionais de egressos cotistas e não cotistas das universidades federais brasileiras

    1. [1] Universidade Federal de Viçosa

      Universidade Federal de Viçosa

      Brasil

    2. [2] Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) - Campus de Alegre
  • Localización: RECADM, ISSN-e 1677-7387, Vol. 22, Nº. 3, 2023 (Ejemplar dedicado a: Setembro-Dezembro), págs. 362-388
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Comparison of professional earnings of quota and non-quota students from Brazilian federal universities
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Após 10 anos da política de cotas das universidades federais, a literatura ainda carece de pesquisas sobre a inserção dos egressos cotistas e não cotistas no mercado de trabalho. Diante desse problema, o objetivo do artigo foi comparar os ganhos no mercado de trabalho entre egressos cotistas e não cotistas dos cursos de graduação das universidades federais brasileiras. Para tanto, aplicamos um questionário eletrônico, que foi respondido por uma expressiva amostra de 11.458 egressos, de 248 cursos de graduação, de todas as áreas do conhecimento, de 18 universidades federais e das cinco regiões do Brasil. Por meio do Teste de Qui-Quadrado, comparamos o status de ocupação, o motivo de não trabalhar, o setor de atuação, o tipo de cargo/emprego, a remuneração, o porte da empresa/organização e a ocupação de cargos de chefia ou de direção entre os egressos. Os resultados sugerem que egressos cotistas obtêm altas taxas de ocupação, com uma boa inserção no mercado de trabalho, trabalhando em cargos/empregos ditos mais qualificados, em empresas/organizações de grande porte e recebendo boas remunerações. Porém, os resultados sugerem que, em geral, os ganhos ocupacionais e salariais de egressos cotistas ainda são inferiores aos de egressos não cotistas. Logo, nossos resultados sugerem que a política de cotas das universidades federais é uma importante ferramenta de inclusão socioeconômica dos estudantes cotistas, justificando sua existência, mas que ela, por si só, ainda não completamente elimina a forte desigualdade social entre as famílias brasileiras, que parece afetar diferentemente os ganhos dos profissionais no mercado de trabalho.

    • English

      After 10 years of the policy of quotas at federal universities, the literature still lacks research on the inclusion of quota and non-quota graduates in the labor market. Faced with this problem, the aim of the article was to compare the gains in the labor market between quota holders and non-quota holders from undergraduate courses at Brazilian federal universities. For that, we applied an electronic questionnaire, which was answered by a significant sample of 11,458 graduates, from 248 undergraduate courses, from all areas of knowledge, from 18 federal universities and from the five regions of Brazil. Using the Chi-Square Test, we compared occupation status, the reason for not working, industry, type of position/job, remuneration, size of company/organization and occupation of leadership or management positions among graduates. The results suggest that quota holders graduates have high occupation rates, with a good insertion in the labor market, working in positions/jobs said to be more qualified, in large companies/organizations and receiving good remuneration. However, the results suggest that, in general, the occupational and salary earnings of quota holder graduates are still lower than those of non-quota holder graduates. Therefore, our results suggest that the quota policy of federal universities is an important tool for the socioeconomic inclusion of quota students, justifying its existence, but that it, by itself, still does not completely eliminate the strong social inequality among Brazilian families, which seems to affect differently the earnings of professionals in the labor market.


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