O sertão, a partir dos escritos de Antônio Rolim de Moura, ganha uma pluralidade de significados e aspectos diferenciados que compõem um conjunto de representações expressas em juízos, saberes, intenções e projeções. No fazer cotidiano da colonização, nas descobertas do novo espaço e dos personagens singulares que o habitavam, nas estratégias de sobrevivência diante dos perigos e hostilidades da natureza bruta, no gozo de suas paisagens, no aproveitamento dos seus recursos, o sertão se transforma. É com este sentido que se reflete as imagens construídas por Antônio Rolim de Moura do sertão matogrossense no setecentos.
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