El riesgo para el migrante y el transmigrante pareciera ser el resultado de la sumatoria de pobrezas múltiples, producidas por el contexto y el sueño de la migración. Esto tiene un amplio cuestionamiento ético por la complejidad inherenteal fenómeno migratorio, pues se omiten los derechos humanos y se expone lafalta de una red de solidaridad social. Adicionalmente, la agenda pendientecon perspectiva de género de pobladores migrantes y transmigrantes, muestra la condición altamente vulnerable y vulnerada por la tradición que significa la migración, en donde existe un alto riesgo de aquel que migra, y se obliga a asumir un nuevo carácter sobre el cuidado de la tierra, la familia yla cultura por parte de la pareja íntima, pero sin la tenencia, ni el reconocimiento, ni la capacitación para ello. Por esto se plantea la necesidad de políticas públicas que sean estratégicas ante una realidad Latinoamericana, y conla base de una estructura legal que no sea letra muerta en el tratamiento de lapersona migrante y transmigrante como obligación del Estado y expresión dela sensibilidad humana social. Se hace una revisión con perspectiva ética de lanecesidad de argumentar la condición humana y los procesos migratorios quese originan como derecho humano para la búsqueda de condiciones mínimaspara la construcción de la persona; las condiciones de precariedad que viveel/la migrante tanto en su movilidad como en su proceso transmigratorio, ypor lo tanto el riesgo de percibirles sin valor humano a partir de su condiciónciudadana. Así mismo, se pretende visibilizar con perspectiva de género, losriesgos que se generan en el proceso migratorio, del que se va, del que sequeda, de la violencia que se vive y de los roles vividos por mujeres al cuidadode la infancia, del adulto mayor y de la propiedad en el lugar de origen; o delriesgo del abuso sexual en el proceso migratorio.
O risco representado pela promessa que o destino oferece para o migrante e otransmigrante parece ser o resultado da soma das deficiências vivenciadas nolocal ou país de origem, da violência do processo de transmigração e do significado de que atingir o objetivo é dado a ele no sonho da migração. O acimatem um amplo questionamento ético da crise moral que as etapas da migraçãosignificam, que omitem os direitos humanos daqueles que estão envolvidos nesse processo de migração e que expõem a falta de rede e solidariedade social.Além disso, a agenda pendente com uma perspectiva de gênero de habitantes, migrantes e transmigrantes, mostra a condição altamente vulnerável e violadapor uma tradição que significa migração, onde há um alto risco de quem sai,e força a suposição de um novo caráter do cuidado da terra, da família e dacultura pelo casal íntimo, mas sem a posse, ou o reconhecimento, ou o treinamento para ele. Surge a necessidade de políticas públicas estratégicas diante deuma realidade latino-americana, e com a necessidade de uma estrutura jurídicaque não seja uma carta morta no tratamento de migrantes e transmigrantescomo obrigação do Estado e expressão da sensibilidade humana. Este documento analisa com uma perspectiva ética a necessidade de discutir a condiçãohumana e os processos migratórios que se originam como um direito humanopara a busca de condições mínimas para a construção da pessoa; as condiçõesprecárias que o migrante vive tanto em sua mobilidade quanto em seu processotransmigratório e, portanto, o risco de percebê-las sem valor humano de suacondição de cidadão. Da mesma forma, pretende-se tornar visíveis, com umaperspectiva de gênero, os riscos que são gerados no processo migratório, daquele que sai, daquele que fica, da violência que é vivenciada e dos papéis vividospelas mulheres no cuidado dos filhos, idosos e bens no local de origem; ou orisco de abuso sexual no processo de imigração.
The risk that the promise offered by the destination means for the migrantand the transmigrant seems to be the result of the sum of multiple povertyand the context in the place of origin, to achieve the dream of migration issignified. This has a broad ethical question in the complexity of the migratoryphenomenon, which omits human rights and exposes the lack of network andsocial solidarity. Additionally, the pending agenda with a gender perspectiveof settlers, migrants, and transmigrants, shows the highly vulnerable condition violated by a tradition that means migration, where there is a high risk of those who leave, and forces the assumption of a new character of thecare of the land, the family, and the culture by the intimate couple, but withoutthe tenure, nor the recognition, nor the training for it. The need for strategicpublic policies in the face of a Latin American reality is raised with the needfor a legal structure that is not a dead letter in the treatment of migrantsand transmigrants as an obligation of the State and expression of social human sensitivity. This document reviews with an ethical perspective the needto argue the human condition and the migratory processes that originate asa human right for the search for minimum conditions for the constructionof the person; the precarious conditions that the migrant lives both in theirmobility and in their transmigratory process, and therefore the risk of perceiving them without human value from their citizen condition. Likewise, itis intended to make visible from a gender perspective, the risks that are generated in the migratory process, of the one who leaves, of the one who stays,of the violence that is experienced, and of the roles lived by women in thecare of children, the elderly and property in the place of origin, or the riskof sexual abuse in the immigration process.
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