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A influência das mídias sociais no comportamento alimentar e no risco de transtornos alimentares em universitários de uma universidade em Pelotas-RS

  • Autores: Bruna Souza do Nascimento, Maria Clara Oliveira da Silva Haertel, Myllene Espilma Pires, Larissa Amaral de Matos, Alessandra Doumid Borges Pretto
  • Localización: RBONE - Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, ISSN-e 1981-9919, Vol. 18, Nº. 117, 2024, págs. 1155-1165
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • A influência das redes sociais no comportamento alimentar e no risco de transtornos alimentares em estudantes universitários de uma universidade de Pelotas-RS
    • L'influenza dei social media sul comportamento alimentare e il rischio di disturbi alimentari negli studenti universitari di un'università di Pelotas-RS
    • The influence of social media on eating behavior and the risk of eating disorders in university students in Pelotas-RS
    • La influencia de las redes sociales en el comportamiento alimentario y el riesgo de trastornos alimentarios en estudiantes universitarios de una universidad de Pelotas-RS
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción y Objetivo: El uso frecuente de las redes sociales genera problemas en varios aspectos, tanto psicológicos como comportamentales. Los medios de comunicación influyen tanto en la conducta alimentaria como en el riesgo de desarrollar trastornos alimentarios (TCA). Este estudio tuvo como objetivo verificar la influencia de las redes sociales en el comportamiento alimentario y el riesgo de trastornos alimentarios en estudiantes universitarios de una universidad de Pelotas-RS. Materiales y Métodos: Se trata de un estudio observacional descriptivo, transversal, realizado con 200 estudiantes universitarios. Para recolectar los datos se aplicó un cuestionario diseñado por los investigadores, que contenía preguntas para verificar: perfil de la muestra, influencia de los medios de comunicación en la conducta alimentaria, presencia de adicción a internet y tiempo de exposición a redes sociales. Se utilizaron instrumentos estandarizados y validados como el Eating Attitudes Test (EAT-26) para la prevalencia de TCA, la Escala de Autoestima de Rosenberg para la verificación de baja autoestima y la Escala Silhouette para la prevalencia de insatisfacción corporal. Los datos recolectados fueron analizados utilizando el software estadístico JAMOVI 2.4 y utilizando la prueba de chi-cuadrado de Pearson. Discusión: Las redes sociales pueden influir en la conducta alimentaria y el riesgo de padecer TCA en estudiantes universitarios. Resultados: Alrededor del 65% consideró tener adicción a internet, la mitad de la muestra reportó un tiempo de exposición de 6 a 9 horas en redes sociales. Respecto al uso de estrategias para lograr el cuerpo ideal, el 67.5% manifestó nunca haberlas utilizado y el 39% manifestó estar satisfecho con su imagen corporal. Conclusión: Los resultados encontrados sugieren que las redes sociales pueden influir en la conducta alimentaria y corroboran la incidencia de los TCA.

    • English

      Introduction and Objective: The frequent use of social networks generates problems in various aspects, both psychological and behavioral. Social media influences both eating behavior and the risk of developing eating disorders (ED). This study aimed to verify the influence of social media on eating behavior and the risk of eating disorders in university students at a university in Pelotas-RS. Materials and Methods: This was a descriptive cross-sectional observational study carried out with 200 university students. For data collection, a questionnaire designed by the researchers was applied, containing questions to verify: the profile of the sample, the influence of the media on eating behavior, the presence of internet addiction and the length of exposure to social media. Standardized and validated instruments were used, such as the Eating Attitudes Test (EAT-26) for the prevalence of ED, the Rosenberg Self-Esteem Scale for checking low self-esteem and the Silhouette Scale for the prevalence of body dissatisfaction. The data collected was analyzed using JAMOVI 2.4 statistical software and Pearson's Chi-square test. Discussion: Social media can influence eating behavior and the risk of ED in university students. Results: Around 65% considered themselves to have an internet addiction, half of the sample reported an exposure time of between 6 and 9 hours on social networks. Regarding the use of strategies to achieve the ideal body, 67.5% reported never having used them and 39% said they were satisfied with their body image. Conclusion: The results suggest that social media can influence eating behavior and corroborate the incidence of ED.

    • português

      Introdução e Objetivo: A frequente utilização das redes sociais gera problemas em diversos aspectos, tanto psicológicos como comportamentais. As mídias influenciam tanto no comportamento alimentar como no risco de desenvolvimento de transtornos alimentares (TA). Este estudo objetivou verificar a influência das mídias sociais no comportamento alimentar e no risco de transtornos alimentares em universitários de uma universidade em Pelotas-RS. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal descritivo, realizado com 200 estudantes universitários. Para coleta de dados foi aplicado um questionário idealizado pelas pesquisadoras contendo questões para verificar: perfil da amostra, influência da mídia no comportamento alimentar, presença de vício em internet e o tempo de exposição às mídias sociais. Foram utilizados instrumentos padronizados e validados como o Eating Attitudes Test (EAT-26) para a prevalência de TA, a Escala de Autoestima de Rosenberg para a verificação de baixa autoestima e a Escala de Silhueta para a prevalência de insatisfação corporal. Os dados coletados foram analisados no software estatístico JAMOVI 2.4 e por meio do teste qui-quadrado de Pearson. Discussão: As mídias sociais podem influenciar no comportamento alimentar e no risco de TA em universitários. Resultados: Cerca de 65% consideraram ter vício em internet, metade da amostra relatou um tempo de exposição de 6 a 9 horas nas redes sociais. Quanto ao uso de estratégias para alcançar o corpo ideal, 67,5% relataram nunca ter utilizado e 39% declararam estar satisfeitos com a sua imagem corporal. Conclusão: Os resultados encontrados sugerem que as mídias sociais podem influenciar o comportamento alimentar e corroboram para a incidência de TA.

    • português

      Introdução e Objectivo: A utilização frequente das redes sociais gera problemas em diversos aspectos, tanto psicológicos como comportamentais. Os media influenciam tanto o comportamento alimentar como o risco de desenvolvimento de distúrbios alimentares (TA). Este estudo teve como objetivo verificar a influência das redes sociais no comportamento alimentar e no risco de transtornos alimentares em estudantes universitários de uma universidade em Pelotas-RS. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal descritivo, realizado junto de 200 estudantes universitários. Para a recolha de dados foi aplicado um questionário idealizado pelas investigadoras contendo questões para verificar: perfil da amostra, influência dos media no comportamento alimentar, presença de adição à internet e o tempo de exposição aos media sociais. Foram utilizados instrumentos padronizados e validados como o Eating Attitudes Test (EAT-26) para a prevalência de TA, a Escala de Autoestima de Rosenberg para a verificação de baixa autoestima e a Escala de Silhueta para a prevalência de insatisfação corporal. Os dados recolhidos foram analisados ​​no software estatístico JAMOVI 2.4 e através do teste do qui-quadrado de Pearson. Discussão: As redes sociais podem influenciar o comportamento alimentar e o risco de TA em estudantes universitários. Resultados: Cerca de 65% considerou ter dependência da internet, metade da amostra referiu um tempo de exposição de 6 a 9 horas nas redes sociais. Quanto à utilização de estratégias para alcançar o corpo ideal, 67,5% referiu nunca ter utilizado e 39% declarou estar satisfeito com a sua imagem corporal. Conclusão: Os resultados encontrados sugerem que os social media podem influenciar o comportamento alimentar e corroboram a incidência de TA.

    • italiano

      Introduzione e obiettivo: L'uso frequente dei social network genera problemi sotto diversi aspetti, sia psicologici che comportamentali. I media influenzano sia il comportamento alimentare sia il rischio di sviluppare disturbi alimentari (DA). Questo studio mirava a verificare l'influenza dei social media sul comportamento alimentare e sul rischio di disturbi alimentari tra gli studenti universitari di un'università di Pelotas-RS. Materiali e metodi: Si tratta di uno studio osservazionale descrittivo e trasversale condotto su 200 studenti universitari. Per raccogliere i dati è stato utilizzato un questionario elaborato dai ricercatori, contenente domande volte a verificare: il profilo del campione, l'influenza dei media sul comportamento alimentare, la presenza di dipendenza da Internet e il tempo di esposizione ai social media. Sono stati utilizzati strumenti standardizzati e validati, come l'Eating Attitudes Test (EAT-26) per la prevalenza di DE, la Rosenberg Self-Esteem Scale per la verifica della bassa autostima e la Silhouette Scale per la prevalenza dell'insoddisfazione corporea. I dati raccolti sono stati analizzati utilizzando il software statistico JAMOVI 2.4 e il test del chi quadrato di Pearson. Discussione: I social media possono influenzare il comportamento alimentare e il rischio di DE negli studenti universitari. Risultati: Circa il 65% ha dichiarato di avere una dipendenza da Internet; metà del campione ha dichiarato di trascorrere sui social media un tempo di esposizione di 6-9 ore. Per quanto riguarda l'uso di strategie per raggiungere il corpo ideale, il 67,5% ha dichiarato di non averle mai utilizzate e il 39% ha dichiarato di essere soddisfatto della propria immagine corporea. Conclusione: i risultati ottenuti suggeriscono che i social media possono influenzare il comportamento alimentare e corroborare l'incidenza della DE.


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