Objetivo: En los últimos años, la simulación gastrointestinal in vitro ha surgido como un método esencial para comprender la interacción de los alimentos en el tracto gastrointestinal. Este estudio pionero investigó la composición fisicoquímica y la oxidación lipídica de los suplementos de aceite omega-3 comprados localmente, identificados como aceite 1 y aceite 2. Materiales y Métodos: La investigación, basada en criterios de envasado, certificación IFOS, concentraciones de EPA y DHA y presencia de vitamina E, se centró en la simulación in vitro del tracto gastrointestinal para una evaluación detallada del comportamiento de estos suplementos. Se realizaron análisis fisicoquímicos incluyendo índices de peróxido, acidez, yodo, éster, refracción y saponificación. Para evaluar la digestibilidad in vitro, el estudio simuló el proceso digestivo en etapas representativas del tracto gastrointestinal, analizando la oxidación a través de Sustancias Reactivas al Ácido Tiobarbitúrico (TBARS). Resultados: Durante la simulación del sistema digestivo, la absorción de ácidos grasos fue más prominente en el intestino delgado. Se observaron discrepancias entre las muestras en contacto con el íleon, indicando una mayor oxidación lipídica en el aceite 2 en comparación con el aceite 1. La etapa de colon descendente (48 h) reveló la mayor oxidación de los aceites, lo que sugiere la necesidad de estudios adicionales para comprender mejor el metabolismo de los ácidos grasos. Conclusión: Con base en los resultados, la digestibilidad del omega-3 varió en las diferentes fases del sistema gastrointestinal simulado, con una notable absorción en el intestino delgado y una mayor oxidación en el colon descendente para ambas muestras. La diferencia de oxidación entre los aceites sugiere variaciones en la estabilidad de los compuestos.
Objetivo: Nos últimos anos, a simulação gastrointestinal in vitro tem se destacado como um método essencial para compreender a interação dos alimentos no trato gastrointestinal. Este estudo pioneiro investigou a composição físico-química e a oxidação lipídica de suplementos de óleo de ômega-3, identificados como óleo 1 e óleo 2, adquiridos localmente. Materiais e Métodos: A pesquisa, fundamentada em critérios de embalagem, certificação IFOS, concentrações de EPA e DHA, e presença de vitamina E, enfocou a simulação in vitro do trato gastrointestinal para uma avaliação detalhada do comportamento desses suplementos. Foram realizadas análises físico-químicas, incluindo índices de peróxido, acidez, iodo, éster, refração e saponificação. Para avaliar a digestibilidade in vitro, o estudo simulou o processo digestivo em etapas representativas do trato gastrointestinal, analisando a oxidação por meio de substâncias reativas ao Ácido Tiobarbitúrico (TBARS). Resultados: Durante a simulação do sistema digestório, a absorção de ácidos graxos foi mais proeminente no intestino delgado. Observou-se discrepâncias entre as amostras no contato com o íleo, indicando uma maior oxidação lipídica no óleo 2 em comparação com o óleo 1. A etapa do cólon descendente (48h) revelou a maior oxidação dos óleos, sugerindo a necessidade de estudos adicionais para compreender melhor o metabolismo dos ácidos graxos. Conclusão: Com base nos resultados, a digestibilidade do ômega-3 variou em diferentes fases do sistema gastrointestinal simulado, com absorção notável no intestino delgado e maior oxidação no cólon descendente para ambas as amostras. A diferença de oxidação entre os óleos sugere variações na estabilidade dos compostos.
Objectivo: Nos últimos anos, a simulação gastrointestinal in vitro tem-se destacado como um método essencial para compreender a interacção dos alimentos no tracto gastrointestinal. Este estudo pioneiro investigou a composição físico-química e a oxidação lipídica de suplementos de óleo ómega-3, identificados como óleo 1 e óleo 2, adquiridos localmente. Materiais e Métodos: A investigação, fundamentada em critérios de embalagem, certificação IFOS, concentrações de EPA e DHA, e presença de vitamina E, focou-se na simulação in vitro do trato gastrointestinal para uma avaliação detalhada do comportamento destes suplementos. Foram realizadas análises físico-químicas, incluindo índices de peróxido, acidez, iodo, éster, refracção e saponificação. Para avaliar a digestibilidade in vitro, o estudo simulou o processo digestivo em etapas representativas do trato gastrointestinal, analisando a oxidação através de substâncias reativas ao Ácido Tiobarbitúrico (TBARS). Resultados: Durante a simulação do sistema digestivo, a absorção de ácidos gordos foi mais proeminente no intestino delgado. Observou-se discrepâncias entre as amostras no contacto com o íleo, indicando uma maior oxidação lipídica no óleo 2 em comparação com o óleo 1. A etapa do cólon descendente (48h) revelou a maior oxidação dos óleos, sugerindo a necessidade de estudos adicionais para melhor compreender o metabolismo dos ácidos gordos. Conclusão: Com base nos resultados, a digestibilidade do ómega-3 variou em diferentes fases do sistema gastrointestinal simulado, com uma absorção notável no intestino delgado e uma maior oxidação no cólon descendente para ambas as amostras. A diferença de oxidação entre os óleos sugere variações na estabilidade dos compostos.
Objective: In recent years, in vitro gastrointestinal simulation has emerged as an essential method for understanding the interaction of foods in the gastrointestinal tract. This pioneering study investigated the physicochemical composition and lipid oxidation of omega-3 oil supplements, identified as oil 1 and oil 2, purchased locally. Materials and Methods: The research, based on packaging criteria, IFOS certification, concentrations of EPA and DHA, and presence of vitamin E, focused on in vitro simulation of the gastrointestinal tract for a detailed evaluation of the behavior of these supplements. Physicochemical analyzes were carried out, including peroxide, acidity, iodine, ester, refraction and saponification indices. To evaluate in vitro digestibility, the study simulated the digestive process in representative stages of the gastrointestinal tract, analyzing oxidation through substances reactive to Thiobarbituric Acid (TBARS). Results: During the digestive system simulation, the absorption of fatty acids was more prominent in the small intestine. Discrepancies were observed between the samples in contact with the ileum, indicating greater lipid oxidation in oil 2 compared to oil 1. The descending colon stage (48h) revealed the greatest oxidation of the oils, suggesting the need for additional studies to better understand fatty acid metabolism. Conclusion: Based on the results, omega-3 digestibility varied in different phases of the simulated gastrointestinal system, with notable absorption in the small intestine and greater oxidation in the descending colon for both samples. The difference in oxidation between the oils suggests variations in the stability of the compounds.
Obiettivo: Negli ultimi anni, la simulazione gastrointestinale in vitro è emersa come metodo essenziale per comprendere l'interazione degli alimenti nel tratto gastrointestinale. Questo studio pionieristico ha esaminato la composizione fisico-chimica e l'ossidazione lipidica degli integratori di olio omega-3 acquistati localmente, identificati come olio 1 e olio 2. Materiali e metodi: La ricerca, basata sui criteri di confezionamento, sulla certificazione IFOS, sulle concentrazioni di EPA e DHA e sulla presenza di vitamina E, si è concentrata sulla simulazione in vitro del tratto gastrointestinale per una valutazione dettagliata del comportamento di questi integratori. Sono state effettuate analisi fisico-chimiche, tra cui indici di perossido, acidità, iodio, esteri, rifrazione e saponificazione. Per valutare la digeribilità in vitro, lo studio ha simulato il processo digestivo in fasi rappresentative del tratto gastrointestinale, analizzando l'ossidazione attraverso sostanze reattive all'acido tiobarbiturico (TBARS). Risultati: Durante la simulazione dell'apparato digerente, l'assorbimento degli acidi grassi è risultato più evidente nell'intestino tenue. Sono state osservate discrepanze tra i campioni a contatto con l'ileo, indicando una maggiore ossidazione dei lipidi nell'olio 2 rispetto all'olio 1. La fase del colon discendente (48 ore) ha rivelato la maggiore ossidazione degli oli, suggerendo la necessità di ulteriori studi per comprendere meglio il metabolismo degli acidi grassi. Conclusione: in base ai risultati, la digeribilità degli omega-3 variava nelle diverse fasi del sistema gastrointestinale simulato, con un notevole assorbimento nell'intestino tenue e una maggiore ossidazione nel colon discendente per entrambi i campioni. La differenza di ossidazione tra gli oli suggerisce variazioni nella stabilità dei composti.
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