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O papel do deslocamento passivo na prevalência de gordura corporal em adolescentes

  • Autores: Josivana Pontes dos Santos, Marcelo Tiago Balthazar Corrêa, Edson Dos Santos Farias
  • Localización: RBONE - Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, ISSN-e 1981-9919, Vol. 18, Nº. 116, 2024, págs. 966-973
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • O papel do deslocamento passivo na prevalência de gordura corporal em adolescentes
    • Il ruolo dello spostamento passivo nella prevalenza del grasso corporeo negli adolescenti
    • THE The role of passive displacement in the prevalence of body fat in adolescents
    • El papel del desplazamiento pasivo en la prevalencia de grasa corporal en adolescentes
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En las últimas décadas hemos visto una disminución en los desplazamientos activos a la escuela y un aumento preocupante de la obesidad entre los adolescentes. En este estudio participaron 2.694 adolescentes de Porto Velho-RO, siendo que el 40,7% asistían a escuelas privadas y el 59,3% a escuelas públicas. El viaje a la escuela se evaluó mediante un cuestionario, y se recogieron medidas de peso y altura para calcular el índice de masa corporal (IMC) y los pliegues cutáneos tricipital y subescapular para estimar el porcentaje de grasa corporal (%G). El análisis estadístico incluyó regresión logística binaria para identificar asociaciones entre el exceso de peso, el %GC y los modos de viaje (activo o pasivo). La prevalencia de exceso de peso fue más notable entre quienes optaron por desplazamientos pasivos (82,7%), especialmente entre las mujeres (83,8%) y entre quienes tenían exceso de %GC (81,3%, mujeres: 83,3%). Después de los ajustes, el exceso de peso mantuvo una asociación significativa con el desplazamiento pasivo (24,6%, OR=1,37; IC95%: 1,07-1,78), con mayor riesgo para las mujeres (22,6%, OR=1,91; IC95%: 1,07-2,77) y para aquellas con alto %GC (64,1%, OR=2,05; IC95%: 1,17-3,00, mujeres: 69,2%, OR=1,98; IC95%: 1,08-2,88). Por ello, es urgente implementar políticas públicas que incentiven el desplazamiento activo a la escuela entre los adolescentes, como medida para contener el crecimiento del exceso de peso y de %GC. Estas acciones pueden tener un impacto positivo en la salud y el bienestar de los adolescentes en desarrollo.

    • English

      In recent decades, we have observed a decline in active commuting to school and a concerning increase in obesity among adolescents. This study involved 2,694 adolescents from Porto Velho, Brazil, with 40.7% attending private schools and 59.3% attending public schools. Commuting to school was assessed through a questionnaire, with measurements of weight and height collected to calculate the Body Mass Index (BMI) and tricipital and subscapular skinfold thickness used to estimate the percentage of body fat (%BF). Binary logistic regression was employed for statistical analysis to identify associations between excess weight, %BF, and commuting modes (active or passive). The prevalence of excess weight was more prominent among those who opted for passive commuting (82.7%), especially among females (83.8%), and those with excess %BF (81.3%, females: 83.3%). After adjustments, excess weight remained significantly associated with passive commuting (24.6%, OR=1.37; 95% CI: 1.07-1.78), with a higher risk among females (22.6%, OR=1.91; 95% CI: 1.07-2.77) and those with high %BF (64.1%, OR=2.05; 95% CI: 1.17-3.00, females: 69.2%, OR=1.98; 95% CI: 1.08-2.88). Therefore, it is urgent to implement public policies that promote active commuting to school among adolescents as a measure to curb the growth of excess weight and %BF. These actions can have a positive impact on the health and well-being of adolescents in their developmental stage.

    • português

      Nas últimas décadas, observamos uma queda no deslocamento ativo para a escola e um aumento preocupante na obesidade entre adolescentes. Este estudo envolveu 2.694 adolescentes de Porto Velho-RO, com 40,7% frequentando escolas particulares e 59,3% escolas públicas. O deslocamento para a escola foi avaliado por meio de um questionário, com medidas de peso e estatura coletadas para calcular o índice de massa corporal (IMC) e dobras cutâneas tricipital e subescapular para estimar o percentual de gordura corporal (%G). A análise estatística incluiu regressão logística binária para identificar associações entre excesso de peso, %G e modos de deslocamento (ativo ou passivo). A prevalência de excesso de peso foi mais notável entre aqueles que optaram pelo deslocamento passivo (82,7%), especialmente no sexo feminino (83,8%) e entre os que tinham excesso de %G (81,3%, feminino: 83,3%). Após ajustes, o excesso de peso manteve associação significativa com o deslocamento passivo (24,6%, OR=1,37; IC95%: 1,07-1,78), com maior risco para o sexo feminino (22,6%, OR=1,91; IC95%: 1,07-2,77) e para aqueles com %G elevado (64,1%, OR=2,05; IC95%: 1,17-3,00, feminino: 69,2%, OR=1,98; IC95%: 1,08-2,88). Portanto, é urgente implementar políticas públicas que incentivem o deslocamento ativo para a escola entre os adolescentes, como medida para conter o crescimento do excesso de peso e do %G. Essas ações podem ter um impacto positivo na saúde e bem-estar dos adolescentes em fase de desenvolvimento.

    • português

      Nas últimas décadas, temos observado uma queda no deslocamento ativo para a escola e um aumento preocupante da obesidade entre os adolescentes. Este estudo envolveu 2.694 adolescentes de Porto Velho-RO, sendo que 40,7% frequentavam escolas privadas e 59,3% escolas públicas. A deslocação para a escola foi avaliada através de um questionário, tendo sido recolhidas medidas de peso e estatura para calcular o índice de massa corporal (IMC) e as pregas cutâneas tricipital e subescapular para estimar a percentagem de gordura corporal (%G). A análise estatística incluiu a regressão logística binária para identificar as associações entre o excesso de peso, a %G e os modos de deslocação (ativo ou passivo). A prevalência de excesso de peso foi mais notável entre os que optaram pela deslocação passiva (82,7%), sobretudo no sexo feminino (83,8%) e entre os que tinham excesso de %G (81,3%, feminino: 83,3%). Após ajustes, o excesso de peso manteve uma associação significativa com o deslocamento passivo (24,6%, OR=1,37; IC95%: 1,07-1,78), com maior risco para o sexo feminino (22,6%, OR=1,91; IC95%: 1,07-2,77) e para aqueles com %G elevado (64,1%, OR=2,05; IC95%: 1,17-3,00, feminino: 6 9,2%, OR=1,98; IC95%: 1,08-2,88). Assim sendo, é urgente implementar políticas públicas que incentivem a deslocação ativa para a escola entre os adolescentes, como medida para conter o crescimento do excesso de peso e do %G. Estas ações podem ter um impacto positivo na saúde e bem-estar dos adolescentes em fase de desenvolvimento.

    • italiano

      Negli ultimi decenni abbiamo assistito a un calo degli spostamenti attivi per recarsi a scuola e a un preoccupante aumento dell'obesità tra gli adolescenti. Lo studio ha coinvolto 2.694 adolescenti di Porto Velho-RO, di cui il 40,7% frequenta scuole private e il 59,3% scuole pubbliche. Il tragitto casa-scuola è stato valutato tramite un questionario, con misurazioni di peso e altezza raccolte per calcolare l'indice di massa corporea (BMI) e di tricipiti e pieghe cutanee sottoscapolari per stimare la percentuale di grasso corporeo (%F). L'analisi statistica ha incluso la regressione logistica binaria per identificare le associazioni tra eccesso di peso, %BF e modalità di viaggio (attiva o passiva). La prevalenza del sovrappeso era più evidente tra coloro che sceglievano il pendolarismo passivo (82,7%), soprattutto tra le donne (83,8%) e tra coloro che avevano un eccesso di %BF (81,3%, donne: 83,3%). Dopo gli aggiustamenti, il peso in eccesso ha mantenuto un'associazione significativa con lo spostamento passivo (24,6%, OR=1,37; 95%CI: 1,07-1,78), con un rischio più elevato per le donne (22,6%, OR=1,91; 95%CI: 1,07-2,77) e per quelle con %BF elevato (64,1%, OR=2,05; 95%CI: 1,17-3,00, donne: 69,2%, OR=1,98; 95%CI: 1,08-2,88). È quindi urgente attuare politiche pubbliche che incentivino gli spostamenti attivi verso la scuola tra gli adolescenti, come misura per contenere la crescita del sovrappeso e della %BF. Queste azioni possono avere un impatto positivo sulla salute e sul benessere degli adolescenti in via di sviluppo.


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