Introducción: La calidad de la dieta en la adolescencia está relacionada con posibles riesgos para la salud a corto y largo plazo, como el aumento de la prevalencia de obesidad. Objetivo: Analizar la calidad de la alimentación de adolescentes con sobrepeso y obesidad en el Sistema Único de Salud. Materiales y métodos: Estudio transversal realizado en dos servicios de atención secundaria con adolescentes atendidos por exceso de peso. Se estudiaron variables demográficas, antropométricas y de consumo alimentario. La evaluación del consumo de alimentos se realizó mediante el Cuestionario de Frecuencia de Consumo Alimentario para Adolescentes. Para el análisis se clasificaron los alimentos consumidos en grupos de alimentos y según su grado de procesamiento. Se utilizaron pruebas de comparación de normalidad y tendencia central, considerando un nivel de significancia del 5%. Resultados: Participaron en este estudio 101 adolescentes entre 10 y 14 años. La mayoría eran obesos (69,3%). La ingesta de macronutrientes fue adecuada, pero la ingesta calórica fue excesiva, mientras que el calcio, la vitamina D, el magnesio y la fibra fueron subóptimos. Los alimentos procesados y ultraprocesados representaron el 58,1% de la dieta. El consumo de los grupos “frutas”, “verduras”, “leche y productos lácteos” y “legumbres” fue bajo, mientras que el de “dulces” y “grasas” fue alto. Los adolescentes que más alimentos ultraprocesados consumieron ingirieron más lípidos y menos proteínas, fibra y vitamina D. Conclusión: los adolescentes mostraron alto consumo de alimentos procesados, “dulces” y “grasas”, con baja ingesta de “frutas”, “verduras”, “leche y derivados” y “legumbres”. presentaron deficiencias de fibra y nutrientes, especialmente en aquellos con alto consumo de alimentos ultraprocesados.
Introdução: A qualidade da alimentação na adolescência relaciona-se a possíveis riscos à saúde no curto e longo prazo, como aumento da prevalência da obesidade. Objetivo: Analisar a qualidade da alimentação de adolescentes com sobrepeso e obesidade no âmbito do Sistema Único de Saúde. Materiais e métodos: Estudo transversal realizado em dois serviços de atenção secundária com adolescentes atendidos para tratamento do excesso de peso. Variáveis demográficas, antropométricas e consumo alimentar foram estudadas. A avaliação do consumo alimentar foi realizada por meio do Questionário de Frequência Alimentar para Adolescentes. Para análise, os alimentos consumidos foram classificados em grupos alimentares e de acordo com seu grau de processamento. Testes de normalidade e de comparação de tendências centrais foram utilizados, considerando nível de significância de 5%. Resultados: Participaram deste estudo 101 adolescentes entre 10 e 14 anos. A maior parte com obesidade (69,3%). A ingestão de macronutrientes estava adequada, mas a ingestão calórica era excessiva, enquanto cálcio, vitamina d, magnésio e fibras estavam abaixo do ideal. alimentos processados e ultraprocessados representavam 58,1% da dieta. o consumo dos grupos “frutas”, “verduras”, “leite e derivados” e “leguminosas” era baixo, enquanto “doces” e “gorduras” eram altos. Os adolescentes que mais consumiam ultraprocessados ingeriam mais lipídios e menos proteínas, fibras e vitamina D. Conclusão: os adolescentes mostraram alto consumo de alimentos industrializados, “doces” e “gorduras”, com baixa ingestão de “frutas”, “verduras”, “leite e derivados” e “leguminosas”. apresentaram deficiências de fibras e nutrientes, especialmente naqueles com alto consumo de ultraprocessados.
Introdução: A qualidade da alimentação na adolescência relaciona-se com possíveis riscos para a saúde a curto e longo prazo, como o aumento da prevalência da obesidade. Objectivo: Analisar a qualidade da alimentação de adolescentes com excesso de peso e obesidade no âmbito do Sistema Nacional de Saúde. Materiais e métodos: Estudo transversal realizado em dois serviços de cuidados secundários com adolescentes seguidos para tratamento do excesso de peso. Foram estudadas variáveis demográficas, antropométricas e consumo alimentar. A avaliação do consumo alimentar foi realizada através do Questionário de Frequência Alimentar para Adolescentes. Para análise, os alimentos consumidos foram classificados em grupos alimentares e de acordo com o seu grau de processamento. Foram utilizados testes de normalidade e de comparação de tendências centrais, considerando um nível de significância de 5%. Resultados: Participaram neste estudo 101 adolescentes entre os 10 e os 14 anos. A maior parte com obesidade (69,3%). A ingestão de macronutrientes era adequada, mas a ingestão calórica era excessiva, enquanto o cálcio, a vitamina d, o magnésio e a fibra estavam abaixo do ideal. os alimentos processados e ultraprocessados representavam 58,1% da dieta. o consumo dos grupos “fruta”, “legumes”, “leite e derivados” e “leguminosas” era baixo, enquanto “doces” e “gorduras” eram elevados. Os adolescentes que mais consumiam ultraprocessados ingeriam mais lípidos e menos proteínas, fibras e vitamina D. Conclusão: os adolescentes evidenciaram um elevado consumo de alimentos processados, “doces” e “gorduras”, com baixa ingestão de “fruta”, “legumes”, “leite e derivados” e “leguminosas”. apresentavam carências de fibras e nutrientes, especialmente naqueles com elevado consumo de ultraprocessados.
Introduction: The quality of adolescent diets is associated with potential short- and long-term health risks, such as an increase in the prevalence of obesity. Objective: To analyze the quality of the diet of overweight and obese adolescents in the Unified Health System. Materials and methods. A cross-sectional study of adolescents treated for overweight in two secondary care settings. Demographic, anthropometric, and dietary variables were assessed. Food consumption was assessed using the Food Frequency Questionnaire for Adolescents. For analysis, the foods consumed were classified into food groups and according to their degree of processing. Tests of normality and comparison of central tendencies were used, with a significance level of 5%. Results: 101 adolescents between the ages of 10 and 14 participated in this study. The majority were obese (69.3%). Macronutrient intake was adequate, but caloric intake was excessive, while calcium, vitamin D, magnesium, and fiber were suboptimal. Processed and ultra-processed foods made up 58.1% of the diet. Consumption of "fruits", "vegetables", "milk and dairy products" and "legumes" was low, while "sweets" and "fats" were high. Adolescents who consumed the most ultra-processed foods consumed the most lipids and the least protein, fiber, and vitamin D. Conclusion: Adolescents had high intakes of processed foods, "sweets," and "fats," and low intakes of "fruits," "vegetables," "milk and dairy products," and "legumes. They were deficient in fiber and nutrients, especially those with a high consumption of ultra-processed foods.
Introduzione: La qualità dell'alimentazione durante l'adolescenza è correlata a possibili rischi per la salute a breve e lungo termine, come ad esempio una maggiore prevalenza dell'obesità. Obiettivo: analizzare la qualità della dieta degli adolescenti sovrappeso e obesi all'interno del Sistema Sanitario Unificato. Materiali e metodi: studio trasversale condotto in due servizi di assistenza secondaria con adolescenti trattati per eccesso di peso. Sono state studiate variabili demografiche, antropometriche e di consumo alimentare. La valutazione del consumo di cibo è stata effettuata utilizzando il questionario sulla frequenza alimentare per adolescenti. Ai fini dell'analisi, gli alimenti consumati sono stati classificati in gruppi alimentari e in base al loro grado di lavorazione. Sono stati utilizzati test di normalità e di confronto della tendenza centrale, considerando un livello di significatività del 5%. Risultati: Hanno partecipato allo studio 101 adolescenti di età compresa tra 10 e 14 anni. La maggior parte era obesa (69,3%). L'apporto di macronutrienti era adeguato, ma quello calorico era eccessivo, mentre calcio, vitamina D, magnesio e fibre erano subottimali. gli alimenti trasformati e ultra-trasformati rappresentavano il 58,1% della dieta. il consumo dei gruppi “frutta”, “verdura”, “latte e latticini” e “legumi” era basso, mentre quello di “dolci” e “grassi” era alto. Gli adolescenti che hanno consumato più cibi ultra-processati hanno ingerito più lipidi e meno proteine, fibre e vitamina D. Conclusione: gli adolescenti hanno mostrato un elevato consumo di cibi trasformati, “dolci” e “grassi”, con un basso apporto di “frutta”, “verdura”, “latte e latticini” e “legumi”. presentavano carenze di fibre e nutrienti, soprattutto in coloro che consumavano elevati quantitativi di cibi ultra-processati.
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