O artigo analisa como a operação literária da história articula-se à construção de sentido do romance Ruínas vivas. O contexto histórico examinado é o primeiro quartel da Primeira República no Rio Grande do Sul. A hipótese que perpassa o artigo é averiguar a articulação entre texto e contexto por intermédio da operação literária da história. A fonte desta investigação é o romance supracitado. A proposta do artigo é entender a narrativa do romance Ruínas vivas em relação à ascensão e ao fortalecimento do projeto político castilhista na consolidação do poder político do Partido Republicano Rio-Grandense (PRR). Conclui-se que o texto literário é permeado por questões do seu presente, examinadas com base na operação literária da história.
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