This paper discusses whether there is an ethics to the exercise of philosophy based on Wittgenstein's critique of philosophy in the work Tratactus Logico-Philosophicus. This article is divided into four sections. First, in section 1, we present a brief understanding of the concepts of world, thought and language. In section 2, we present Wittgenstein's critique of philosophy, through the exposition of meaningless propositions, philosophical nonsense. In section 3, we discuss a possible ethical approach to the work Tractatus. Finally, in section 4, we present our final considerations. According to Wittgenstein, the tacit agreements used to understand ordinary language are enormously complicated. The Tractatus begins what would be, for Wittgenstein, the mission of philosophy: to identify the errors in our language and, thus, by recognizing the limits of what can be expressed, understand the limits of what can or cannot be thought.
O presente trabalho discute se há uma ética ao exercício filosófico a partir da crítica que Wittgenstein faz à filosofia na obra Tratactus Logico-Philosophicus. O presente artigo encontra-se dividido em quatro seções. Num primeiro momento, na seção 1, apresentamos uma breve compreensão dos conceitos de mundo, pensamento e linguagem. Na seção 2, apresentamos a crítica de Wittgenstein à filosofia, através da exposição sobre as proposições sem sentido, os contrassensos filosóficos. Na seção 3, discutimos sobre uma possível abordagem ética da obra Tractatus. Por fim, na seção 4, apresentamos nossas considerações finais. Segundo Wittgenstein, os acordos tácitos utilizados para o entendimento da linguagem usual são enormemente complicados. O Tractatus inicia o que seria para Wittgenstein a missão da filosofia: identificar os equívocos de nossa linguagem e, assim, no reconhecimento dos limites do que pode ser expresso, compreender os limites do que pode ou não ser pensado.
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