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Prefácio ao esboço de uma philosophie concrète de vladimir jankélévitch

    1. [1] Universidade Municipal de São Caetano do Sul

      Universidade Municipal de São Caetano do Sul

      Brasil

  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 15, Nº. 2, 2024, págs. 157-163
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Preface to the sketch of a concrete philosophy by vladimir jankélévitch
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Translation of the preface of "Esquisse d'une philosophie concrète," in which University Sorbonne professor Vladimir Jankélévitch analyzes the work of Philippe Fauré-Fremiet over more than twenty years, emphasizing his approach, especially concerning memory. Fauré-Fremiet (1954) criticizes Bergson's thesis of the "stream of consciousness" and proposes the idea of recreation instead of conservation regarding the issue of memory. The French author underscores the concreteness of Fauré-Fremiet's philosophy, addressing lived experience, the distinction of objective universes, and the refusal to privilege absolute time. The modal analysis of ambiguous systems reveals influences from Gaston Bachelard and E. Minkowski. The text concludes by highlighting the struggle against continuous small deaths and the pursuit of everlasting light, associating this quest with beatitude. In the preface's final moments, liturgical language is invoked to express daily agony and the hope of transcending into life.

    • português

      Tradução do prefácio de “Esquisse d'une philosophie concrète”, em que o professor da Universidade Sorbonne Vladimir Jankélévitch analisa a obra de Philippe Fauré-Fremiet ao longo de mais de vinte anos, destacando sua abordagem, especialmente em relação à memória. Fauré-Fremiet (1954) critica a tese bergsoniana do "fluxo de consciência" e propõe a ideia de recriação em vez de conservação no que tange a questão da memória. O autor francês destaca a concretude da filosofia de Fauré-Fremiet, que aborda a experiência vivida, a distinção dos universos de objetivação e a recusa em privilegiar o tempo absoluto. A análise modal de sistemas ambíguos revela influências de Gaston Bachelard e E. Minkowski. O texto conclui destacando a luta contra as pequenas mortes contínuas e a busca pela luz sempiterna, associando essa busca à bem-aventurança. No final do prefácio, a linguagem litúrgica é evocada para expressar a agonia cotidiana e a esperança de transcender para a vida.


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