In 1981, Victor Goldschmidt contributed with the work "Remarques sur la Méthode Structurale en Histoire de la Philosophie" as part of a collection of studies celebrating the 60th anniversary of the philosopher Fernand Brunner. The following year, this text reached Brazil more widely when it was published by the journal Manuscrito. The main purpose of this article is twofold: on the one hand, to contextualize the reception of the structuralist philosopher's article in philosophy research in Brazil and, on the other hand, to present the translation that we carried out of his last theoretical-methodological writing for the Brazilian audience. For this, we made a brief contextualization of how the historiography of philosophy, in general, and structuralism, in particular, were being debated in France. Later, we visited some Brazilian authors who have used the author's thinking to support their works and even criticize him. In this respect, we have placed special emphasis on Porchat, who was Goldschimidt´s PHD advisee. We think that this text can contribute to shedding light on our tradition and education in philosophy and on the place that Goldschmidt occupies in them.
Em 1981, Victor Goldschmidt contribuiu com o trabalho Remarques sur la Méthode Structurale en Histoire de la Philosophie como parte de uma coletânea de estudos em celebração aos 60 anos do filósofo Fernand Brunner. No ano seguinte, esse texto chegou ao Brasil de forma mais ampla ao ser publicado pela revista Manuscrito. O propósito principal deste artigo é duplo: por um lado, contextualizar a recepção do artigo do filósofo estruturalista nas pesquisas em filosofia no Brasil e apresentar a tradução que realizamos desse seu último escrito teórico-metodológico para o público brasileiro. Para isso, fizemos uma breve contextualização de como a historiografia da filosofia, em geral, e o estruturalismo, em particular, estavam sendo debatidos na França. Posteriormente, visitamos alguns autores brasileiros que utilizam o pensamento do autor para fundamentar suas obras e até mesmo criticá-lo. Nesse aspecto, demos um destaque especial a Porchat, que foi seu orientando de doutorado em Rennes. Pensamos que esse texto pode contribuir para jogar luz sobre a nossa tradição e formação em filosofia e o lugar que Goldschmidt ocupa nelas.
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