Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


O último paradigma?

    1. [1] Faculdade de Ciências Aplicadas / Unicamp
  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 14, Nº. 4, 2023 (Ejemplar dedicado a: Thomas Kuhn: Science, History and the Scientific Community), págs. 48-58
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The last paradigm?
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The Kuhnian cycle is subverted at the beginning of the 21st century with the emergence of old paradigms already outdated, such as and flat earthism, and of the vaccine efficacy denial and climate change denial, even though both has been proven by the scientific method. Paradoxically, information technology itself enables the impact of attacks and science denial through the customized dissemination of false informations. A new “paradigm”, characterized by the subversion of science itself, is presented as the last of them, not because of Kuhn's thesis epistemological overcoming, but mainly because what is at stake is the preservation of natural resources in contradiction with the maintenance of capitalism, for which it is necessary to disallow science from describing the reality and eliminate resistance to its advance through scientific denialism and its affinities with neoliberalism and fascism. The end of science and of life, if it were not possible to listen to the indigenous peoples or to hear the “message from the forest”, as wrote Viveiros de Castro.

    • português

      O ciclo kuhniano é subvertido no início do século XXI com a emergência de velhos paradigmas já superados, como o do terraplanismo, e de negacionismos referentes à eficácia das vacinas e às evidências climáticas alarmantes e comprovadas através do método científico. Paradoxalmente, a própria tenociência da informação potencializa o impacto dos ataques que sofre ao viabilizar a disseminação customizada de informações falsas. Um novo paradigma, caracterizado pela subversão da própria ciência, apresenta-se, então, como o último deles, não pela superação epistemológica da tese de Kuhn, mas principalmente porque o que está em jogo é a preservação dos recursos naturais em flagrante contradição com a manutenção do capitalismo, ao qual interessa desautorizar a ciência a descrever a realidade para eliminar a resistência ao seu avanço através do negacionismo científico e de suas afinidades com o neoliberalismo e com o fascismo. O fim da ciência e a catástrofe ambiental estariam determinados não fosse ainda possível dar ouvidos aos povos originários, ouvir, como escreveu Viveiros de Castro, o “recado da mata”.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno