[1]
;
Campos, Douglas
[1]
Brasil
Our goal in this paper is to examine the role of walks in nature as a point of contact and approximation between the works of Jean-Jacques Rousseau and Henry David Thoreau. Indirectly, we will bring both authors closer to the tradition of the ancient Cynic philosophers, especially to Diogenes the dog. Nature walks, in our view, serve as an instrument of criticism of corrupted urban environments and also as a form of reflection and philosophical self-knowledge. The two authors in question were fundamental in consolidating walks as a philosophical practice of contact between man and nature. The practice of walks is abundantly described throughout the works of Rousseau and Thoreau. To achieve our goal, we will focus mainly on the examination of Rousseau's Confessions and Reveries and Thoreau's Walking and Walden.
Nosso objetivo no presente artigo é examinar o papel das caminhadas em meio à natureza, enquanto ponto de contato e aproximação entre as obras de Jean-Jacques Rousseau e Henry David Thoreau. Indiretamente, faremos a aproximação de ambos os autores em relação à tradição dos antigos filósofos cínicos, em especial com Diógenes, o cão. As caminhadas em meio à natureza servem em nosso entender, como instrumento de crítica dos ambientes urbanos corrompidos e também como forma de reflexão e autoconhecimento filosófico. Os dois autores em tela foram fundamentais para consolidar as caminhadas enquanto práticas filosóficas de contato dos homens com a natureza. A prática da caminhadas encontra-se descrita de forma abundante ao longo das obras de Rousseau e Thoreau.Nesse sentido, as caminhadas de natureza configuram-se enquanto elemento fundamental da filosofia da natureza de ambos os autores. Para atingirmos nosso objetivo, nos concentraremos principalmente no exame das Confissões e dos Devaneios de Rousseau e em Caminhando e Walden, de Thoreau.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados