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Yorùbáiano: : Modos de lidar com heranças e projetar o futuro

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 13, Nº. 1, 2022, págs. 239-244
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Yorùbáiano: : Ways of dealing with inheritance and projecting the future
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Lidando com elementos naturais, como, o açúcar, a carne de charque e o dendê, Ayrson Heráclito, artista baiano, cuja trajetória se inicia nos anos 1990,  revisou os traumas de um passado colonialista do Brasil. Contudo, esses mesmos elementos, hoje, adquirem amplas usos em uma penetração nacional e internacional que envolve práticas culturais, comidas típicas, rituais religiosos. A exposição Yorùbáiano, individual do artista, aborda os traumas coloniais nos propondo consciência e projetando ritos curativos. Heráclito, de outro modo, cria diálogos contemporâneos com tradições que atravessam a própria arte e a história da arte. Performances, instalações, esculturas, objetos, vídeos e fotografias ampliam os muitos sentidos da arte, propondo-nos uma espécie de encantamento dos museus. Sabemos que os museus nasceram como baús de curiosidades e, parte daquelas coleções, se destinava a apresentar peças apropriadas de culturas africanas. Com isso, um passado nefasto criou hiatos entre populações de ascendência africana que viram suas tradições serem apropriadas por uma Europa branca e racista. Yorùbáiano enfrenta muitas dessas questões revisitando assuntos, como, a cosmovisão das tradições yorubanas, assumindo que, no Brasil, revimos as heranças nigerianas inventando ritos, danças, joalherias, que ora lidam com a ideia de orgulho e amor próprio, ora conecta ancestralidades com práticas curativas.

    • English

      Dealing with natural elements such as sugar, jerked beef and palm oil, Ayrson Heráclito, a Bahian artist whose career begins in the 1990s, reviewed the traumas of Brazil's colonialist past. However, these same elements, today, acquire wide uses in a national and international penetration that involves cultural practices, typical foods, and religious rituals. The artist's solo exhibition Yorùbáiano addresses colonial traumas by proposing awareness and designing healing rites. Heráclitus, on the other hand, creates contemporary dialogues with traditions that cross art itself and the history of art. Performances, installations, sculptures, objects, videos and photographs expand the many meanings of art, offering us a kind of museum enchantment. We know that museums were born as chests of curiosities and, part of those collections, were intended to present pieces appropriate to African cultures. As a result, a nefarious past created gaps between populations of African descent who saw their traditions appropriated by a white and racist Europe. Yorùbáiano faces many of these questions by revisiting subjects, such as the cosmovision of Yoruban traditions, assuming that, in Brazil, we review Nigerian heritages inventing rites, dances, jewelry, which sometimes deal with the idea of ​​pride and self-love, sometimes connect ancestry with practices dressings.


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