Este texto enfocará que a acumulação de capital no Brasil do século XIX, inclusive em seu centro econômico mais dinâmico, estava regida por uma lógica em que o enriquecimento era feito por meio da exploração brutal do trabalho – fosse ele livre ou compulsório – em que a renda para o consumo de uma elite nacionalmente privilegiada era arrancada através de dois estágios que, interdependentes um do outro, impulsionava o último estágio para um tipo de acumulação que se poderia qualificar de moto-contínuo cíclico de primitivismo econômico. Tal natureza elementar da acumulação em um país economicamente ainda colonial tornou possível e similar a condição do trabalhador livre com o trabalhador escravo.
This paper will focus on the accumulation of capital in Brazil in the nineteenth century, especially in its most dynamic economic center, was governed by the logic of a commercial economy and urban, which stalled the national manufacturing growth and the labor market. This kind of accumulation in a colonial country economically made possible the existence of a labor market whose condition of free labor with slave workers was similar and coexisted.
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