Brasil
O artigo pretende analisar a greve de 1960, dos trabalhadores químicos da empresa estatal Companhia Nacional de Alcalis, em Cabo Frio, no litoral norte do Rio de Janeiro, especialmente pelo significado da solidariedade impressa ao movimento. Contando com referências ao populismo, ao trabalhismo e ao sindicalismo, defendemos, a partir da redução de escala, referenciada por um estudo de caso, ser possível recuperar estratégias e experiências dos trabalhadores, percebidas na participação ativa como sujeitos da história, contrapondo-se a idéia de sujeição ou tutela ao Estado.
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