Este artigo aborda relações conflituosas entre intelectuais protagonizadas por João Cruz Costa, catedrático de Filosofia da Universidade de São Paulo. A primeira delas, marcada pela rivalidade entre a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Filosofia; a segunda, caracterizada pelo “parricídio” que teve lugar no próprio departamento de Filosofia, alimentado pela luta em torno do legado da missão francesa; na terceira, pode-se ver Cruz Costa transitar pelas fronteiras disciplinares que separam os mundos da Filosofia e da História.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados