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Peer support interaction in people with chronic diseases: nurses’ perspectives and practices

  • Autores: Liliana Escada Ribeiro, Cármen Nogueira, Margarida Antunes, Andréa Marques, Ricardo Ferreira
  • Localización: Millenium, ISSN-e 1647-662X, Nº. Extra 16, 2025 (Ejemplar dedicado a: Especial Nº16)
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • La interacción entre iguales en personas con enfermedades crónicas: Perspectivas y prácticas de las enfermeras
    • A interação pelos pares na pessoa com doença crónica: Perspetivas e práticas dos enfermeiros
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción:La enfermedad crónica implica cambios en la vida de las personas, exigiendoles la adopción de nuevos hábitos para adaptarse a una nueva condición de salud. La relación dinámica de la persona con enfermedad crónica con otras personas que tienen la misma enfermedad ("iguales") y que se han adaptado eficazmente, tiene un potencial de ser beneficiosa, facilitando el desarrollo de comportamientos y habilidades que promuevan una mejor autogestión de la enfermedad y calidad de vida.

      Objetivo:Conocer las perspectivas y prácticas de las enfermeras respecto a la promoción de la interacción entre iguales en su práctica clínica.

      Métodos:Estudio observacional, transversal, en un hospital universitario. Se administró una encuesta a una muestra no probabilística de 1-2 enfermeras por servicio, explorando sus perspectivas y prácticas.

      Resultados:Se encuestó a 90 enfermeras de 55 unidades. El 27% afirmó que promovía con frecuencia la interacción entre iguales. 58% considera “muy importante” el apoyo de los compañeros en la adaptación/aceptación de la nueva condición de salud. La falta de motivación, implicación y la manifestación de sentimientos y creencias negativas son los motivos más frecuentes de esta intervención. Los beneficios esperados se centran en las dimensiones de los comportamientos de salud y la mejora de la calidad de vida.

      Conclusión:Los enfermeros reconocen el potencial de la interacción entre iguales, pero aún no hay una acción sistematizada e intencionada para poner en práctica la intervención de enfermera: fomentar la interacción dinámica con las personas con una gestión eficaz del régimen terapéutico.

    • English

      Introduction: Chronic disease implies a change in people's lives, requiring the assumption of new habits in order to adapt to a new health condition. The dynamic relationship between a person with a chronic condition and others who have the same disease ("peers"), and who have had an effective adaptation, has the potential to be beneficial, facilitating the development of behaviours and skills that promote a better quality of life and self-management of the disease.

      Objective: To describe nurses’ perspectives and practices regarding peer support for adults with chronic diseases.

      Methods: Observational and cross-sectional study, in a university hospital. A survey was applied to a non-probabilistic sample of 1-2 nurses per service, exploring their perspectives and practices.

      Results: 90 nurses from 55 units were interviewed. 27% said they frequently promote interaction between patients with similar clinical conditions. 58% consider peer support to the patient in adapting/accepting a new health condition as “very important”. The lack of motivation, involvement, and the manifestation of negative feelings and beliefs are the most frequent reasons for this intervention. The main gains focus on the dimensions of health behaviours and improved quality of life.

      Conclusion: Nurses recognize the potential of peer support, yet there is currently no systematic or intentional action to implement the nursing intervention: encouraging dynamic interaction with people with effective therapeutic regimen management.

    • português

      Introdução:A doença crónica implica mudança na vida das pessoas, exigindo a assunção de novos hábitos para a adaptação a uma nova condição de saúde. A relação dinâmica da pessoa com doença crónica com outras pessoas que têm a mesma doença (“pares”), e que tiveram uma adaptação eficaz, tem potencial para ser benéfica, facilitando o desenvolvimento de comportamentos e competências que promovam uma melhor autogestão da doença e qualidade de vida.

      Objetivo: Conhecer as perspetivas e as práticas dos enfermeiros relativamente à promoção da interação pelos pares na sua prática clínica.

      Métodos:Estudo observacional e transversal, num hospital universitário. Foi aplicado um inquérito a uma amostra não probabilística de 1-2 enfermeiros por serviço, explorando as suas perspetivas e práticas.

      Resultados:Participaram 90 enfermeiros de 55 unidades. 27% referiram que promovem frequentemente a interação pelos pares. 58% considera como “muito importante” este apoio ao doente na adaptação/aceitação à nova condição de saúde. A falta de motivação, envolvimento e a manifestação de sentimentos e crenças negativas são os motivos mais frequentes desta intervenção. Os ganhos esperados centram-se nas dimensões dos comportamentos de saúde e da qualidade de vida.

      Conclusão:Os enfermeiros reconhecem as potencialidades da interação pelos pares, mas ainda não existe uma ação sistematizada e intencional para implementar a intervenção de enfermagem: incentivar a interação dinâmica com pessoas com gestão do regime terapêutico eficaz


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